PRF apreende 40 mil maços de cigarros contrabandeados na Grande Natal

04/11/2018

Carga estava em um caminhão que foi abordado em posto policial em São José do Mipibu, na BR-101. Produto tinha origem do Paraguai.

Por G1 RN

Carga foi descoberta em caminhão na BR-101, em São José do Mipibu — Foto: Divulgação/PRF

Carga foi descoberta em caminhão na BR-101, em São José do Mipibu — Foto: Divulgação/PRF

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu na tarde deste sábado (3) cerca de 40 mil maços de cigarros contrabandeados na cidade de São José do Mipibu, na Grande Natal. O produto tinha origem do Paraguai foi descoberto após fiscalização da carga em um caminhão em um posto da PRF na BR-101.

A carga era transportada pelo caminhão entre caixas que continham móveis e utensílios de casa, no intuito de dificultar a fiscalização. O motorista do caminhão, que não teve o nome revelado pela polícia, tem 41 anos e é natural da cidade de Guarujá (SP). Ele reside atualmente em Vitória de Santo Antão (PE) e alegou, incialmente, que transportava móveis de uma mudança.

Segundo depoimento do motorista à PRF, a carga de cigarros foi buscada em Campinas (SP) e teria como destino a cidade de Fortaleza (CE). O motorista recebeu um caminhão trator como pagamento pelo transporte.

O condutor foi preso e encaminhado, com o caminhão e a carga de cigarros, para a Superintendência da Polícia Federal, em Natal (RN). Ele foi autuado pelo crime previsto no artigo 334-A do Código Penal, que trata de 'importar ou exportar mercadoria proibida' e está sujeito a uma pena de reclusão dois a cinco anos.

 

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Provas do Enem ocorrem com tranquilidade em todo o País, diz Jungmann

04/11/2018

Segundo ministro, são 10.718 locais de prova em todo o País e 30 mil homens e mulheres fazem a segurança do exame nacional

Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann

 

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou na tarde deste domingo, 4, que não há registro sobre nenhum problema grave em relação ao início da aplicação das provas do Enem neste primeiro.

“Em todo o País, o Enem transcorre na mais absoluta tranquilidade e segurança e espero que assim seja”, afirmou. O ministro afirmou que mais de 5 milhões de alunos prestam a prova.

Jungmann afirmou que todos os malotes de provas foram entregues em 1725 municípios que realizaram provas. De acordo com ele, são 10.718 locais de aplicação de provas em todo o País e 30 mil homens e mulheres fazem a segurança do exame nacional, com 2.189 escoltas de segurança pública.

O ministro relatou que alguns locais registraram falta de água e de energia devido a fortes chuvas, mas não especificou onde seriam. Ele também contou sobre o registro de um roubo em um caixa eletrônico próximo a um local de prova, mas que não que não teve impacto na realização das provas.

Jungmann acompanhou o início dos trabalhos no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) acompanhado pelo presidente Michel Temer e pelo ministro da Educação, Rossieli Soares.

Ao sair do instituto, Temer elogiou o tema escolhido para a prova, que trata de manipulação dos usuários na internet por meio do controle de dados. Ele também desejou sorte aos alunos.

“Tive o prazer de acompanhar o início dos trabalhos dessa grande prova nacional. (…) Especialmente, cumprimentei os organizadores pela oportunidade do título da prova, que trata das notícias falsas, da utilização pelos usuários da internet. É um tema, portanto, atualíssimo”, disse.

NOTÍCIAS FALSAS
Jungmann afirmou que quem se sentir prejudicado pela circulação de notícias falsas que diziam que as provas haviam sido canceladas, precisam procurar a polícia e a Justiça. Neste ano, o tema da redação do Enem é “manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”.

“No caso de ser um crime federal, a Polícia Federal tomará as providências”, disse Jungmann, ressaltando que uma investigação só pode ser aberta se houver uma demanda de alguém que se sentiu prejudicado. “Se houver a reclamação, sim. Não podemos fazer de ofício”, completou.

O ministro disse ainda que não há anonimato nas redes sociais. “Não cometam a irresponsabilidade em rede social porque, se cometer e isso for um crime, não tenha dúvida que nós vamos achar quem cometeu isso, como já fizemos no passado. Não há impunidade”, afirmou.

 

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Bolsonaro prega união no País e pede apoio: “Todos estamos no mesmo barco”

04/11/2018

'Para colocarmos o Brasil no caminho da prosperidade é preciso compreender que todos estamos no mesmo barco, e que trabalhar para prejudicá-lo é prejudicar a

Presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL)

 

Às vésperas de se reunir com autoridades federais em Brasília, o presidente eleito Jair Bolsonaro apelou neste domingo, 4, para a unidade no País. Em mensagem publicada no microblog Twitter, ele disse todos estão “no mesmo barco”.

A viagem de Bolsonaro para Brasília está programada para terça-feira, 6, e há previsão de conversas com representantes dos três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário.

“Para colocarmos o Brasil no caminho da prosperidade é preciso compreender que todos estamos no mesmo barco, e que trabalhar para prejudicá-lo é prejudicar a si próprio. Se cada um levar consigo estes valores, certamente chegaremos em posição destaque no mundo. Conto com vocês”, escreveu o presidente eleito.

Mais cedo, Bolsonaro destacou que seu governo vai marcar um novo momento do País. “Surge um novo momento, onde o Estado servirá à população e não o historicamente destrutivo oposto”, afirmou o presidente eleito na sua conta no Twitter. Pela manhã, o presidente eleito participou de um culto na Igreja Batista Atitude, no Recreio, zona oeste do Rio, com a mulher Michelle.

Durante o culto, com a presença de cerca de 4 mil pessoas, o presidente eleito escolheu os provérbios 4 de 25 a 26 para definir a escolha da sua equipe de governo. No culto, ele prometeu governar para todos.

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Moro quer levar integrantes da operação Lava Jato para o Ministério da Justiça

04/11/2018

Para colocar em prática a promessa de uma “agenda anticorrupção e anticrime”, Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década: R$ 4,7 bilhões

 

Juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara de Curitiba

 

O juiz Sérgio Moro vai levar para o Ministério da Justiça integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato. O magistrado já avalia nomes ligados à Polícia Federal, que voltará a ficar sob o comando da pasta, e à Receita Federal. Para colocar em prática a promessa de uma “agenda anticorrupção e anticrime”, Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década. Serão R$ 4,798 bilhões em 2019, 47% a mais do que a dotação autorizada para este ano. Ao mesmo tempo, herdará um déficit de pessoal em órgãos como a Polícia Rodoviária Federal.

Na quinta-feira passada, o magistrado aceitou o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para integrar o futuro governo. Antes da oficialização do seu nome, Moro e Bolsonaro conversaram na sala da casa do deputado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Por meia hora, a discussão teve a participação do economista Paulo Guedes, que vai comandar o novo Ministério da Economia. Depois, por 40 minutos, Bolsonaro e Moro ficaram sozinhos discutindo pontos prioritários do governo. Após o encontro, em coletiva, Bolsonaro disse que eles estavam alinhados: “Chegamos a um acordo de 100% em tudo”.

Além de nomes da Polícia Federal e da Receita, o juiz tem afirmado a interlocutores que gostaria de contar com “um ou dois nomes” ligados ao Ministério Público Federal, mas admite que a participação de representantes desse braço da Lava Jato é “mais complicada” porque dependeria de exoneração de cargos.

Moro deve começar a analisar a estrutura do ministério assim que a equipe de transição começar a repassar os dados. Na terça-feira, ele concede a primeira entrevista coletiva para falar dos seus planos à frente da pasta.

ORÇAMENTO
Moro vai assumir uma pasta ampliada e com órgãos de combate à corrupção que estão atualmente em outros ministérios, como a PF e parte do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Por conta disso, ganhou também um orçamento mais robusto. Os R$ 4,7 bilhões que terá à disposição dizem respeito apenas a gastos discricionários, ou seja, despesas de custeio e investimento que poderão ser livremente administradas pelo chefe da pasta. Os valores não são comprometidos, por exemplo, com salários de servidores, inscritos na categoria de gasto obrigatório.

Mesmo com as severas restrições fiscais que impactam o orçamento federal, o valor disponível em 2019 para Justiça e Segurança Pública será inclusive maior que os R$ 4,693 bilhões do orçamento de 2016, ano no qual os gastos nas áreas foram inflados pela organização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

O aumento de recursos para as duas áreas vai na contramão do arrocho no Orçamento do próximo ano. O gasto discricionário total para 2019 terá uma redução de R$ 13,432 bilhões em relação ao volume disponível neste ano. Entre as áreas que terão menos recursos para gastos administrativos e investimentos estão Transportes, Integração Nacional, Cidades, Turismo e Desenvolvimento Social.

A diferença é explicada pela atenção maior que o tema da segurança pública ganhou no governo de Michel Temer, que em fevereiro deste ano criou um ministério próprio para a área.

Outros órgãos que podem ser incorporados pelo superministério de Moro também terão verba maior no ano que vem. Para 2019, os recursos previstos para a Controladoria-Geral da União (CGU) somarão R$ 110,843 milhões, um crescimento de 16% em relação a este ano e o maior valor desde que o órgão passou a ter orçamento próprio, em 2013.

DÉFICIT
Mesmo neste cenário de um orçamento maior, Moro terá de administrar déficit de pessoal em alguns dos órgãos sob a tutela da superpasta. Responsável pelas investigações de combate ao crime organizado ligado ao narcotráfico e ao desvio de verbas públicas, prioridades do futuro ministro, a PF tem um déficit de ao menos 4 mil vagas, segundo a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF).

A entidade diz que a previsão legal é de um quadro de funcionários com aproximadamente 15.200 policiais e 3.100 servidores administrativos. Atualmente, há apenas um concurso em andamento que prevê a contratação para 500 vagas. Já no Coaf, órgão responsável por mapear e informar as autoridades sobre transações financeiras suspeitas, há um déficit histórico de pessoal. O conselho é composto por 40 pessoas. Uma proposta para aumento do efetivo já havia sido encaminhada para o Ministério da Fazenda.

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Morre Ronald Gurgel, fundador das lojas Saci

04/11/2018

Empresário era uma liderança do setor empresarial no estado

Morreu neste fim de semana o empresário Ronald Gurgel, que fez 83 anos no último dia 28 de outubro. Ele foi dono da Saci, que vende material de construção, e também presidiu a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Natal.

Conhecido como ‘Galego do Alecrim’, o empresário era uma liderança do setor empresarial no estado. Ele participou de diversas entidades do comércio, da indústria e de serviços.

O velório de Ronald Gurgel ficou marcado para as 10h30 deste domingo, 4, no cemitério Morada da Paz, na Grande Natal. O sepultamento ficou para as 18h.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do RN, da qual o empresário fez parte, divulgou nota em que lamenta a perda.

É com profundo pesar que a Fecomércio RN comunica o falecimento do seu diretor e membro do Conselho Fiscal, Ronald Gurgel, na madrugada deste domingo, 4 de novembro. O velório acontecerá a partir das 10h30 no Cemitério “Morada da Paz”, em Emaús, e o sepultamento às 18h30, no mesmo local. Ronald Gurgel tinha 83 anos e foi fundador da rede de Lojas de Materiais de Construção Saci, no ano de 1962. A rede surgiu a partir de uma fábrica de ladrilhos hidráulicos e, por quase cinco décadas, foi referência no mercado local. Em 2009, ele vendeu a Saci ao grupo mossoroense “A Construtora”. À época, com 74 anos, Gurgel disse que pretendia descansar. Ocupou os cargos de Diretor e de Conselheiro Fiscal da Fecomércio. 

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Policial militar morre em acidente com três motos na Zona Norte de Natal

03/11/2018

Caso aconteceu na tarde desta sexta-feira (2) na avenida João Medeiros Filho.

Por G1 RN

Cabo da PM morreu em acidente na tarde desta sexta (2) na avenida João Medeiros Filho, Zona Norte de Natal — Foto: Tom Guedes/Inter TV Cabugi

Cabo da PM morreu em acidente na tarde desta sexta (2) na avenida João Medeiros Filho, Zona Norte de Natal — Foto: Tom Guedes/Inter TV Cabugi

Um cabo da Polícia Militar morreu em um acidente envolvendo três motocicletas, na avenida João Medeiros Filho, Zona Norte da capital potiguar. O caso aconteceu na tarde desta sexta-feira (2), por volta de 13h50. Segundo testemunhas, a vítima pilotava uma moto e bateu em outra que tentava atravessar a via. Uma terceira moto bateu no veículo do policial, que já estava no chão.

A vítima foi identificada como o cabo Fernando dos Santos Silva, que era lotado no Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Polícia Militar (CFAPM).

Segundo o sargento Gerailton Paiva, do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), as testemunhas relataram que uma motocicleta que seguia pela avenida no sentido da Redinha para Igapó, na faixa da direita, fez uma manobra para atravessar a pista pelo canteiro.

O policial, que vinha atrás, tentou parar ou desviar do veículo, mas não conseguiu. Ele acabou colidindo, sendo arrastado e arremessado contra um poste. Fernando não resistiu e morreu na hora.

O outro piloto, um homem de 55 anos, teve fratura exposta na mão esquerda e uma lesão na perna. Ele foi socorrido ao Pronto Socorro Clóvis Sarinho, onde aguardava exames e, possivelmente, uma cirurgia, na tarde desta sexta-feira (2).

Uma terceira moto também não conseguiu desviar e bateu na moto do policial. Apesar da queda, o piloto teve apenas ferimentos leves e não precisou ser levado ao hospital.

O Itep foi ao local do acidente para recolher o corpo do cabo Fernando e fazer a perícia.

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Na quinta-feira (1), Helio Miranda, ex-prefeito de Guamaré, compareceu na 2ª Promotoria de Justiça de Macau após ser intimado pelo Ministério Público a pr

03/11/2018

Crime aconteceu na noite desta sexta-feira (2) na cidade da região Oeste potiguar. Nenhum suspeito foi preso.

Por G1 RN

Uma mulher morreu e outra foi baleada em um crime que aconteceu na noite sexta-feira (2) em Mossoró, na região Oeste potiguar. Segundo a polícia, o crime foi registrado por volta das 21h, na localidade conhecida como Paredões. Os criminosos ainda não foram identificados pelos investigadores.

Uma das vítimas, que estavam na Rua Anatália de Melo Alves, foi executada com três tiros na cabeça. Maria Samara da Silva, de 26 anos, chegou a ser socorrida pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu e morreu a caminho do hospital.

No mesmo tiroteio, uma outra mulher, de 27 anos, também foi baleada na cabeça, mas foi levada com vida ao Hospital Regional Tarcísio Maia , onde foi atendida.

O caso ainda será investigado pela Polícia Civil de Mossoró. Nenhum suspeito foi preso até o momento.

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Terceira pessoa no cargo em 2018, nova prefeita de Guamaré enfrenta resistência

03/11/2018

MP recomendou que ex-prefeito realize transição administrativa

Na quinta-feira (1), Helio Miranda, ex-prefeito de Guamaré, compareceu na 2ª Promotoria de Justiça de Macau após ser intimado pelo Ministério Público a proceder, obrigatoriamente, com a transição administrativa do Poder Executivo Municipal. Com o afastamento dele pelo Supremo Tribunal Federal (STF), os principais cargos comissionados do município pediram exoneração, instalando o caos administrativo e colocando em risco serviços essenciais ao atendimento público.

Helio Miranda saiu acusado de representar o terceiro mandato de um mesmo grupo familiar. Emilson de Borba Cunha, que era presidente da Câmara dos Vereadores assumiu a prefeitura. Ele também foi afastado, e em menos de 24 horas da posse. O motivo da cassação foi desvio de dinheiro. Hoje, o Município é gerido pela vereadora eleita Diva Maria de Araújo, que é quem recorreu ao Ministério Público.

A gestão interina municipal diz que encontrou resistências como a omissão de informações e dados essenciais para a administração, computadores bloqueados, cartões de abastecimento travados, além do desconhecimento sobre a folha de pagamento, fornecedores, senhas para alimentação dos sistemas da saúde, educação, assistência social, entre outros. O afastamento dos comissionados também levou a Justiça a orientar o Poder Executivo a proceder exonerações.

Com a determinação da promotoria, o ex-prefeito afastado pelo STF, Hélio Miranda, assinou um termo perante a Justiça se comprometendo a prestar as informações solicitadas pela atual administração. Ficou acertado prazos para que todos os ex-secretários compareçam as secretarias para repassar os serviços, inclusive com toda a documentação financeira (processos de licitação, inexigibilidade e dispensa de licitação e procedimentos de despensas pública), além do repasse dos cartões de abastecimento e senhas.

Leia abaixo a nota de esclarecimento do ex-prefeito Hélio Miranda

Respondo a verdade 
O prefeito eleito, legalmente e pela vontade popular de Guamaré, Hélio Miranda, que teve o mandato impugnado pelo STF, refuta e condena qualquer tentativa de cunho meramente político de lançar falsas notícias sobre a transição municipal.

Afastado ao arrepio de seus direitos, Hélio Miranda, apenas cumpriu o determinado pelo STF, mesmo discordando do ato, pois não há como o STF equivocadamente entender ser este o 3º mandato. Que fique claro a impugnação é fundada neste entendimento falho. Não há nada, absolutamente nada que desabone a conduta do gestor Hélio Miranda.

Importante destacar que a transição foi cumprida de modo republicano para o gestor interino Edmilson Borba; que posteriormente foi afastado mas é sabedor e ciente de todos os atos passados pelo prefeito eleito, pela soberania popular, durante a transição. Portanto cabe a Edmilson Borba promover a transição para a gestora interina.

A saída dos secretários de seus postos de trabalho foi decisão pessoal de cada um, sem interferência do prefeito eleito, Hélio Miranda.

Não há decisão judicial, como a nota da prefeita em exercício equivocadamente fez supor. É básico: cabe ao Ministério Público pedir e ao Judiciário decidir.

O que houve foi bom senso, espírito público, correção e zelo do prefeito legalmente eleito pelo voto popular, Hélio Miranda, ao decidir contribuir com o repasse de informações, pois com o mandato impugnado pelo STF não teria como manter-se nas atribuições de gestor e muito menos de ex-gestor, por não ser, o ex-gestor é de fato Edmilson Borba.

Destaco que a impugnação trouxe, no mínimo, descontinuidade da gestão que vinha sendo gerida com eficiência e eficácia.

Certo de ter posto a verdade dos fatos, espera-se dos que estão temporariamente no cargo que informe os fatos sem interpretação ou alinhamento tendencioso. Portal Noar.

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Defesa de Lula pede absolvição alegando conflito de interesse de Moro

02/11/2018

Defesa

Pronunciamento de Lula em vídeo: Segundo a defesa, o MPF jamais conseguiu provar que o Instituto Lula, que não se confunde com o ex-presidente, solicitou ou recebeu o imóvel

© Reprodução Segundo a defesa, o MPF jamais conseguiu provar que o Instituto Lula, que não se confunde com o ex-presidente, solicitou ou recebeu o imóvel

A defesa do ex-presidente Lula entrou nesta quarta-feira (31) com um pedido de absolvição ou anulação do processo em que ele é acusado de receber um terreno da Odebrecht como pagamento de propina.

A alegação dos advogados é que o juiz Sérgio Moronão tem competência para julgar a ação e que o Ministério Público o escolheu com a “nítida posição pré-estabelecida para a condenação do Defendente como meio de lawfare”, alega a defesa.

Segundo os advogados, Moro teria interesses pessoais na condenação de Lula e, por isso, o seu julgamento é imparcial.

“Prática de atos por este Juízo, antes e após o oferecimento da denúncia, que indicam a impossibilidade de o Defendente obter julgamento justo, imparcial e independente; participação atual do magistrado em processo de formação do governo do Presidente eleito a partir de sufrágio que impediu a participação do Defendente — até então líder nas pesquisas de opinião — a partir de atos concatenados praticados ou com origem em ações praticadas pelo mesmo juiz”, informa o texto.

Moro, aceitou o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para comandar o superministério da Justiça. Em nota, o juiz disse que perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupcao e anticrime organizado, com respeito a Constituição, a lei e aos direitos, o levaram a tomar esta decisão. “Na pratica, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguira em Curitiba com os valorosos juízes locais”.

Provas inexistentes

A defesa alega, ainda, que a condenação se deu baseada em um “fiapo de prova”, de que o ex- presidente teria sido beneficiado por imóveis adquiridos com recursos provenientes de oito contratos firmados pela Petrobras.

Além disso, os advogados afirmam que Moro não levou em conta depoimentos que evidenciavam que as propinas na estatal aconteciam antes da eleição de Lula.

Cita trechos do depoimento de Pedro Baruso, ex-gerente de serviços da Petrobras, em que expõe o esquema de corrupção na empresa.

“O MPF jamais conseguiu superar a prova inequívoca, irrefutável e incontestável de que o Instituto Lula — que não se confunde com a pessoa do ex-presidente Lula, — jamais solicitou ou recebeu o imóvel… no imóvel funciona uma concessionária de automóveis que comprou o espaço gerando lucro para o grupo Odebrecht.”

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Destino de Magno Malta, sem mandato, opõe Mourão e Silas Malafaia

02/11/2018

Governo Federal Gestão 2019 a 2022

 

Magno Malta (PR-ES) não conseguiu reeleger-se para o Senado em 2019

 

 Foto: Sérgio Lima Magno Malta (PR-ES) não conseguiu reeleger-se para o Senado em 2019

Aliado do presidente eleito Jair Bolsonaro, o pastor e líder do ministério Vitória em Cristo Silas Malafaia criticou nesta 5ª feira (1º.nov.2018) o general Hamilton Mourão, vice-presidente do militar. A fala veio em resposta a declaração de Mourão ao jornal Folha de S. Paulo sobre o senador Magno Malta (PR-ES).

Na entrevista publicada na manhã do mesmo dia, o general deu a entender que Malta seria 1 empecilho ao governo de Bolsonaro por não ter conseguido reeleger-se senador para 2019. Eis o que disse o futuro vice-presidente:

“Tem que resolver esse caso. É aquela história, ele desistiu de ser vice do Bolsonaro para dizer que ia ganhar a eleição para senador lá no Espírito Santo. Agora ele é um elefante que está colocado no meio da sala e tem que arrumar, né? É um camelo, e tem que arrumar um deserto para esse camelo.”

Malafaia se disse “revoltado” e “indignado” com a declaração. “O Magno tá pedindo algum favor?”, questionou. Ouça abaixo, em áudio, a fala do pastor.

Jair Bolsonaro: ‘eternos irmãos’

Magno Malta, 61, é senador do PR no Espírito Santo e pastor da igreja evangélica.

Durante a campanha, foi citado por Jair Bolsonaro como sua 1ª escolha para vice em sua chapa eleitoral, mas optou por tentar se reeleger ao Senado. Ficou em 3º lugar, com 17,04% das intenções de voto.

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Magno Malta é cotado para assumir ‘Ministério da Família’

02/11/2018

Governo Federal Gestão 2019 a 2022

Aliado de longa data do presidente eleito Jair Bolsonaro , o senador Magno Malta (PR-ES), derrotado nas urnas em busca da reeleição, é um dos cotados para assumir um novo ministério que integraria as pastas de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

Bolsonaro, que sonhava ter o parlamentar como candidato a vice, tem reafirmado que não abre mão de ter a colaboração de Malta. Nos bastidores, a nova pasta tem sido chamada de “Ministério da Família”, título que oficialmente a equipe de Bolsonaro diz não reconhecer. Malta esteve nesta quinta-feira na casa do capitão da reserva para uma conversa.

— Bolsonaro falou comigo que quer botar o Magno em um ministério que tem a ver com o perfil social. Ele tem experiência nessa área — confirmou o pastor Silas Malafaia, amigo de Bolsonaro e de Malta.

O Globo

 

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Pacientes lotam corredores do maior hospital do RN à espera de cirurgias ortopédicas

02/11/2018

Cerca de 2 mil pessoas estão na fila de espera do Hospital Memorial, que aguarda repasses atrasados do Estado e da Prefeitura de Natal. Walfredo Gurgel tem mai

Por G1 RN

Sessenta e uma pessoas estão nos corredores do Walfredo Gurgel — Foto: Acson Freitas/Inter TV Cabugi

Sessenta e uma pessoas estão nos corredores do Walfredo Gurgel — Foto: Acson Freitas/Inter TV Cabugi

Sessenta e um. Esse era o número de pessoas internadas nos corredores do Hospital Walfredo Gurgel, maior unidade pública de saúde do Rio Grande do Norte, nesta quinta-feira (1º), segundo confirmou a direção do hospital. Cerca de 23 aguardavam por uma cirurgia ortopédica. A superlotação acabou deixando pelo menos oito ambulâncias presas no local, por causa das macas que foram usadas como leitos improvisados nos corredores.

O problema aconteceu porque os pacientes recebidos pelo HWG, e que precisam de cirurgias ortopédicas, normalmente são encaminhados para o Hospital Memorial, através de uma parceria com o Governo do Rio Grande do Norte e a Prefeitura de Natal. Porém, os pagamentos do convênio estão atrasados.

De acordo com a unidade, o executivo estadual não efetua o pagamento há três meses, enquanto o atraso nos repasses da prefeitura chega a seis meses. A dívida já está na casa dos R$ 2 milhões, afirma a unidade. Com isso, o número de transferências caiu em 70%.

Segundo a assessoria do Hospital Memorial, a fila de espera dos pacientes para as cirurgias já ultrapassa o número de 2.000 pessoas em virtude dos atrasos nos repasses.

A Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap) informou que enquanto o Hospital Memorial não faz os procedimentos cirúrgicos, vai disponibilizar material e reforçar a equipe médica do Walfredo Gurgel para tentar diminuir a superlotação.

Segundo a Sesap, pela ausência de documentos e informações do município de Natal, o termo de compromisso entre os entes públicos não foi finalizado. Dessa forma, a pasta afirmou que tem recursos, mas não tem um instrumento contratual que avalize o repasse. A secretaria afirmou que procurou o Ministério Público para encontrar um mecanismo, junto à Justiça, que dê o aval à transferência.

 

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Navios da Marinha do Brasil e Uruguai abrem para visitação pública em Natal

02/11/2018

Navio Oceanográfico 'Antares' e Veleiro-Escola 'Capitán Miranda' podem ser visitados neste sábado (3) das 14h às 17h. Passeio é gratuito.

Por G1 RN

Navio Oceanográfico Antares, da Marinha do Brasil — Foto: Divulgação/Marinha do Brasil

Navio Oceanográfico Antares, da Marinha do Brasil — Foto: Divulgação/Marinha do Brasil

O Navio Oceanográfico Antares, da Marinha do Brasil, e o Veleiro-Escola Capitán Miranda, da República Oriental do Uruguai, abrem para visitação pública neste sábado (3), das 14h às 17h, no Terminal Marítimo de Passageiros de Natal. O terminal fica na Ribeira, na Zona Leste da cidade. O passeio é gratuito.

Com 73 tripulantes a bordo, o Capitán Miranda participa da 30ª Viagem de Instrução de Guardas-Marinha, promovida pela Marinha uruguaia. O veleiro foi construído em 1930, originalmente como navio de pesquisa hidrográfico, e acabou transformado em navio-escola em 1978, ano de sua primeira viagem de instrução. O nome é uma homenagem ao hidrógrafo e capitão uruguaio Francisco Prudêncio Miranda.

Já o Antares, contempla o Plano de Coleta de Dados Oceanográficos da Diretoria de Hidrografia e Navegação, cuja missão é a obtenção de dados físico-químicos da água do mar, destinados à produção de informações ambientais necessárias ao planejamento e condução de operações navais nas áreas de interesse da Marinha do Brasil.

As informações coletadas irão compor o Banco Nacional de Dados Oceanográficos, que é um instrumento disponível a todas as universidades e instituições que desenvolvem atividades na área oceanográfica.

O Navio Oceanográfico Antares foi incorporado à Marinha do Brasil em 1988. Seu nome é uma homenagem à principal estrela da Constelação do Escorpião, utilizada pelos navegantes para obtenção de posições astronômicas no mar. 

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Confira programação de Finados para os maiores cemitérios públicos de Natal

02/11/2018

Cemitérios do Bom Pastor I, II, Nova Descoberta, Redinha, Ponta Negra, Pajuçara e Alecrim têm cultos ecumênicos durante todo dia. As celebrações têm hor

Por G1 RN

Vendedores ambulantes em frente ao cemitério do Alecrim, em Natal  — Foto: Lucas Cortez/G1

Vendedores ambulantes em frente ao cemitério do Alecrim, em Natal — Foto: Lucas Cortez/G1

 

A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos de Natal está desenvolvendo uma programação especial para este Dia de Finados nos maiores cemitérios públicos da cidade: Bom Pastor I, II, Nova Descoberta, Redinha, Ponta Negra, Pajuçara e Alecrim. A programação conta com cultos ecumênicos durante todo dia. As celebrações têm horários alternados.

Além disso, foi realizado o cadastramento dos ambulantes. Ao todo, foram registrados 97 vendedores, que estão atuando nas áreas próximas aos cemitérios.

Neste feriado, os cemitérios ficam abertos para visitação das 6h até às 20h, e contam com a presença da Guarda Municipal para a garantia da segurança nos locais, além de agentes da STTU nas ruas adjacentes.

 

Cemitério do Alecrim

 

 

  • 6h – Igreja Católica (Missa) – Pe Motta
  • 7h 30 min – Igreja Católica (Missa) – Pe Motta
  • 9h – Igreja Católica (Missa) – Pe Motta
  • 10h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
  • 11h e 30 min – Igreja Católica (Missa) – Pe Motta
  • 14h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
  • 16h – Igreja Católica (Missa) – Pe Motta
  • 17h e 30 min – Igreja Católica (Missa) – Pe Motta

 

 

Cemitério Parque de Nova Descoberta

 

 

  • 7h – Igreja Católica (Missa) – Pe Antônio
  • 8h e 30 min – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
  • 10h – Igreja Católica (Missa) – Pe Rinaldo
  • 14h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
  • 16h – Igreja Católica (Missa) – Pe Antônio

 

 

Bom Pastor I

 

 

  • 7h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
  • 8h – Igreja Católica (Missa) – Pe Campos
  • 10h – Igreja Católica (Missa) – Pe Cassiano
  • 13h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
  • 14h – Igreja Católica (Missa) – Pe Gentil
  • 16h – Igreja Católica (Missa) – Pe Cláudio

 

 

Bom Pastor II

 

 

  • 7h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
  • 8h – Igreja Católica (Missa) – Pe Bruno
  • 10h – Igreja Católica (Missa) – Dom Jaime (Arcebispo de Natal)
  • 14h – Igreja Católica (Missa) – Pe Alberto
  • 15h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
  • 16h – Igreja Católica (Missa)
  • Cemitério de Ponta Negra

     

     

    • 7h – Igreja Católica (Missa) – Pe João Farias
    • 8h e 30 min – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
    • 10h – Igreja Católica Brasileira (Missa) – Pe Francildo
    • 14h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
    • 16h – Igreja Católica (Missa) – Pe Alcimário
    • 17h 30min – Igreja Católica Brasileira (Missa) – Pe Francildo

     

     

    Cemitério da Redinha

     

     

    • 7h – Igreja Católica (Missa) – Pe João Maria
    • 9h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
    • 14h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
    • 18h – Igreja Católica (Missa) – Pe João Maria

     

     

    Cemitério de Igapó

     

     

    • 9h – Igreja Anglicana do Brasil (Missa) – Pe Itan César
    • 10h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
    • 12h – Igreja Anglicana do Brasil (Missa) – Pe Itan César
    • 14h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
    • 17h – Igreja Anglicana do Brasil (Missa) – Pe Itan César

     

     

    Cemitério de Pajuçara

     

     

    • 7h – Igreja Católica (Missa) – Pe João Maria
    • 9h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
    • 14h – Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC NATAL)
    • 16h – Igreja Católica (Missa) – Pe João Maria

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Pela primeira vez na história, a cerimônia de posse, em 1º de janeiro de 2019, de um presidente da República poderá ter um culto ecumênico. O pedido foi f

02/11/2018

Nova investigação vai apurar interferências na investigação do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Go

Vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (Psol) foi assassinada em março deste ano

A Polícia Federal vai apurar interferências na investigação do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março deste ano. O Ministério Público e a polícia civil estaduais seguem na apuração do homicídio em si que, depois de quase oito meses, ainda não tem nenhum responsável identificado.

O anúncio da atuação da PF foi feito pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, em entrevista coletiva hoje (1°), em Brasília. Segundo ele, o Ministério Público Federal obteve dois depoimentos com denúncias de que uma organização criminosa teria atuado para desviar as investigações e dificultar a identificação dos autores e mandantes do assassinato. A PF entra no caso, depois de um pedido da Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge.

De acordo com as informações obtidas, que o ministro classificou como “gravíssima denúncia”, a organização criminosa envolveria a atuação de criminosos, contraventores, milícias e agentes públicos de diversos órgãos, inclusive relacionados ao caso. Perguntado se as testemunhas teriam apresentado provas, Jungmann disse que os indícios de práticas de corrupção, ocultamento e compra de agentes públicos para impedir a descoberta dos mandantes do crime foram relevantes.

O ministro, contudo, não quis revelar mais detalhes quanto a quais agentes de que órgãos estariam envolvidos nesse grupo. Jungmann também não informou o que acondeceu com os denunciantes, apenas comentou que um dos depoimentos teria sido tomado no Rio de Janeiro e outro fora. As oitivas teriam ocorrido no último mês.

Investigações paralelas

Segundo o titular da Segurança Pública, o inquérito da Polícia Federal correrá paralelamente às investigações conduzidas pelo Ministério Público e pela Polícia Civil do Rio de Janeiro e não configura federalização do caso.

Contudo, Jungmann afirmou que as duas investigações podem cooperar e trocar informações. “Se o caso Marielle ajudar a desvendar quem está obstruindo e se, inversamente, a busca da investigação de quem está promovendo isso, segundo a testemunha, ajudar o caso Marielle, ótimo. Embora as responsabilidades sejam distintas, sem sombra de dúvida a cooperação deve ajudar mutuamente a elucidação tanto de um caso quanto de outro”.

Em agosto, o ministro afirmou que a Polícia Federal estaria pronta para assumir a investigação completa do caso se ele fosse federalizado. Mas para isso a PGR teria de entrar com um pedido junto ao Superior Tribunal de Justiça chamado Incidente de Deslocamento de Competência (IDC), o que não ocorreu até o momento.

Compartilhamento

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) divulgou uma nota de esclarecimento na noite desta quinta-feira (1º) se posicionando em relação à participação da Polícia Federal na apuração de interferências na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março deste ano. A investigação dos homicídios vem sendo conduzida pelo Ministério Público e a polícia civil estaduais há quase oito meses, ainda sem nenhum responsável identificado.

Na nota, o MPRJ diz considerar a cooperação da PF bem-vinda, e informa que, até o momento, o órgão “não teve acesso aos dois depoimentos citados nas declarações do Ministro Raul Jungmann na entrevista coletiva desta quinta-feira. O MPRJ espera receber, em breve, o compartilhamento dos depoimentos.”

Histórico

A vereadora Marielle Franco e Anderson Gomes foram mortos no dia 14 de março deste ano. Ela levou quatro tiros e Anderson, três. Eles saíam de um evento político e foram assassinados quando estavam dentro do carro no bairro do Estácio, no Rio de Janeiro.

O Ministério Público do Rio de Janeiro e a Polícia Civil do estado assumiram o caso. Diversas campanhas foram feitas cobrando a elucidação do crime. Organizações como a Anistia Internacional lançaram petições e documentos cobrando celeridade das autoridades.

Em julho, dois suspeitos foram presos pela Delegacia de Homicídios da Polícia Civil do Rio: Alan Moraes Nogueira, policial militar reformado, e Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, que atuava como bombeiro. Segundo as investigações, eles fariam parte do grupo do miliciano Orlando Oliveira de Araújo, conhecido como Orlando de Curicica, que está preso no Rio Grande do Norte por outro delito.

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Posse de Bolsonaro poderá ter culto ecumênico

02/11/2018

Esquema de segurança e lista de convidados são principais preocupação

Por Karine Melo / Da Agência Brasil

Pela primeira vez na história, a cerimônia de posse, em 1º de janeiro de 2019, de um presidente da República poderá ter um culto ecumênico. O pedido foi feito por interlocutores do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) aos organizadores da solenidade. Os detalhes, como horário, local, esquema de segurança e nomes dos líderes religiosos que participarão, estão sendo estudados.

Só para a solenidade da posse no Congresso Nacional serão convidados 2 mil pessoas, entre parlamentares, políticos e nomes designados pela equipe do presidente eleito.

Coordenadora do grupo de trabalho para a posse no Congresso e diretora de Relações Públicas do Senado, Maria Cristina Monteiro, lembrou à Agência Brasil que, em 1995, quando o então presidente eleito Fernando Henrique Cardoso tomou posse, houve uma missa.

“No primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso houve uma missa”, disse Maria Cristina Monteiro. “Depois, nunca mais.”

 

Slogan

Com o slogan Brasil acima de tudo e Deus acima de todos, Bolsonaro evidenciou o peso da religião para ele. Após a confirmação de sua vitória, o senador Magno Malta (PR-ES), que é pastor e cantor gospel, fez uma oração de agradecimento.

Se confirmado o culto ecumênico, pelo menos um padre, um pastor e um rabino devem integrar a celebração. A Catedral de Brasília, cartão-postal da cidade e localizada na Esplanada dos Ministérios, é o local apontado como mais apropriado para a cerimônia religiosa.

Para que governadores de estados, que tomam posse no mesmo dia, presidentes da República estrangeiros e primeiros-ministros consigam estar presentes, o ideal é que ocorra à tarde, como de praxe. A posse de Dilma Rousseff em 2015, por exemplo, foi marcada para as 15 horas.

 

Rito

Muito antes de o país conhecer seu novo mandatário começa a organização da posse dividida entre os cerimoniais do Executivo – comandado pelo Itamaraty – e do Legislativo. Um grupo de trabalho começou a se reunir para tratar do evento em março.

O rito cerimônia está previsto em um decreto de 1972. A norma não prevê nenhum tipo de celebração religiosa. Tradicionalmente, em frente à Catedral de Brasília, presidente e vice apenas se encontram para iniciar o desfile pela Esplanada dos Ministérios até o primeiro ponto de parada, o Congresso Nacional.

Na posse de Bolsonaro, especialmente por causa do atentado sofrido por ele durante a campanha, a segurança será de longe a principal preocupação do cerimonial e dos órgãos envolvidos no evento. Por isso ainda há dúvidas sobre a definição se o deslocamento do presidente eleito e da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, será no Rolls Royce, da década de 1950, utilizado por vários presidentes.

Caso a opção seja um carro aberto, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, deverá vir logo atrás também em carro conversível. Qualquer que seja a escolha, eles serão escoltados por batedores e por Dragões da Independência.

Além da questão de segurança, o fator meteorológico também é decisivo. Dois roteiros são montados, um para sol, outro para chuva – bastante comum nessa data em Brasília. No roteiro com sol também está prevista uma exibição da Esquadrilha da Fumaça.

 

Convidados

A lista de convidados, segunda maior preocupação da equipe, é complexa e extensa. Entre os que terão o privilégio de acompanhar a cerimônia de posse dentro Congresso, estão os novos governadores de estado, ministros de tribunais superiores, os comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica, parlamentares que terminam o mandato em 31 de janeiro de 2019 e os que foram eleitos em outubro, além de chefes de Estado.

A expectativa é de que 60 delegações estrangeiras prestigiem Bolsonaro. Diante de uma lista tão grande e do espaço limitado, o cerimonial deverá adotar uma regra clara: “convites são individuais e intransferíveis”.

Além dos convidados oficiais, cerca de 500 jornalistas e 300 funcionários do Congresso deverão trabalhar diretamente na solenidade de posse.

 

Detalhes

A Agência Brasil apurou que, para ganhar tempo, mesmo sem a definição do horário, os envelopes com os nomes dos convidados e os hologramas que darão acesso à cerimônia estão sendo impressos.

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Veja trajetória de Moro, futuro ministro da Justiça de Bolsonaro

02/11/2018

Juiz se tornou conhecido quando assumiu a Lava Jato

Por Luiza Damé/Agência Brasil

Apesar da forte oposição do PT e de setores do meio jurídico, o juiz federal Sérgio Moro tornou-se uma referência internacional no combate à corrupção e o mais popular homem público do país, figurando nos últimos aos como destaque nos protestos de rua e nas pesquisas de opinião. O magistrado começou a ser conhecido quando assumiu, há mais de quatro anos, a condução da Operação Lava Jato, apontada pelo Ministério Público Federal como o maior escândalo de corrupção e lavagem de dinheiro no Brasil.

Decisões do juiz levaram à prisão, além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de empresários e diretores de grandes corporações brasileiras, como a Petrobras e a Odebrecht, políticos e parlamentares. Desde 2014 já decretou cerca de 180 prisões. Sua atuação rendeu homenagens no Brasil e no exterior.

Em maio deste ano, recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Notre Dame, “por ser um exemplo claro de alguém que vive os valores e que luta pela justiça sem medo ou favor”. Também recebeu o prêmio “Pessoa do Ano”, da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, entregue em Nova York, desde 1970, a uma personalidade brasileira e outra norte-americana.

Foi condecorado pelo Exército com a Ordem do Mérito Militar e com a Medalha do Pacificador, a maior honraria da Força concedida em reconhecimento aos serviços prestados à nação. A Justiça Militar, na comemoração de seus 209 anos, concedeu a Moro a comenda da Ordem do Mérito Judiciário Militar.

Desde 2016 surge nas listas de instituições como a Fortune, a Time e a Bloomberg como uma das principais lideranças do mundo. Moro foi agraciado ainda com a Medalha do Mérito Legislativo, mas recusou a honraria, alegando que vários parlamentares estavam envolvidos na Lava Jato.

Moro surpreendeu ao aceitar, nesta quinta-feira (1°), o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, a partir de 1º de janeiro. Apesar da desenvoltura com que circulava nos diversos setores da sociedade brasileira, Moro disse mais de uma vez que não entraria na política.

Costumava repetir a seus interlocutores que sua vocação é para as leis e não para a política. Moro acabou atendendo ao chamado de Bolsonaro que prometeu lhe dar liberdade para combater a corrupção e o crime organizado no país. O alvo do futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública é maior: o Supremo Tribunal Federal.

O juiz federal já teve passagem pelo Supremo: auxiliou a ministra Rosa Weber nos processos do mensalão, escândalo do primeiro governo do ex-presidente Lula. Moro é natural de Maringá (PR), formou-se pela Universidade Estadual do Paraná, com mestrado e doutorado pela Universidade Federal do Paraná.

Para ingressar no governo Bolsonaro, Moro vai deixar para trás 22 anos de magistratura. Pela Constituição, um juiz federal só pode acumular cargo de professor. Para assumir um posto no governo federal, o magistrado tem de pedir aposentadoria, se preenchidos os requisitos legais, exoneração do cargo.

O juiz anunciou que deixará a magistratura para assumir o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, mas não adiantou a data de sua saída. Disse porém que vai se afastar imediatamente das audiências na Justiça Federal em Curitiba. Ele irá tirar férias, mas voltará logo à ativa para participar do governo de transição.

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Jair Bolsonaro recua sobre fusão de Agricultura e Meio Ambiente

01/11/2018

Governo Federal Gestão 2019 a 2022

Jair Bolsonaro pode voltar atrás da decisão de fundir ministérios do Meio Ambiente e Agricultura.

© Sérgio Lima Jair Bolsonaro pode voltar atrás da decisão de fundir ministérios do Meio Ambiente e Agricultura.

O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta 5ª feira (1º.nov.2018) que a fusão entre os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, já anunciada por sua equipe, pode não acontecer. Em entrevista a emissoras de TV católicas, disse: “Havia uma ideia de fusão, mas pelo que parece será modificada. Pelo que tudo indica, serão 2 ministérios distintos“.

Bolsonaro disse que o posto de ministro será ocupado por “uma pessoa voltada para a defesa do meio ambiente sem o caráter xiita, como feito nos últimos governos“.

Apesar de recuar em relação ao fim do Ministério do Meio Ambiente, o futuro presidente voltou a dizer que o órgão não criará entraves ao agronegócio. “O Brasil é o país que mais protege o meio ambiente. Nós pretendemos proteger o meio ambiente, sim, mas não criar dificuldades para o nosso progresso“, afirmou.

A fusão das duas pastas foi anunciada pelos futuros ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, após reunião realizada na 2ª feira (29.out) no Rio de Janeiro para discutir a transição do governo.

A medida foi criticada pelos 2 atuais chefes dos ministérios, Edson Duarte (Meio Ambiente) e Blairo Maggi (Agricultura).

Também sofreu forte resistência de ambientalistas e até de representantes do setor agropecuário. A ex-candidata à Presidência pela Rede Sustentabilidade, Marina Silva, e o ex-presidente Lula também foram críticos da proposta.

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Defesa de Lula pede absolvição alegando conflito de interesse de Moro

01/11/2018

absolvição

Pronunciamento de Lula em vídeo: Segundo a defesa, o MPF jamais conseguiu provar que o Instituto Lula, que não se confunde com o ex-presidente, solicitou ou recebeu o imóvel

© Reprodução Segundo a defesa, o MPF jamais conseguiu provar que o Instituto Lula, que não se confunde com o ex-presidente, solicitou ou recebeu o imóvel

A defesa do ex-presidente Lula entrou nesta quarta-feira (31) com um pedido de absolvição ou anulação do processo em que ele é acusado de receber um terreno da Odebrecht como pagamento de propina.

A alegação dos advogados é que o juiz Sérgio Moronão tem competência para julgar a ação e que o Ministério Público o escolheu com a “nítida posição pré-estabelecida para a condenação do Defendente como meio de lawfare”, alega a defesa.

Segundo os advogados, Moro teria interesses pessoais na condenação de Lula e, por isso, o seu julgamento é imparcial.

“Prática de atos por este Juízo, antes e após o oferecimento da denúncia, que indicam a impossibilidade de o Defendente obter julgamento justo, imparcial e independente; participação atual do magistrado em processo de formação do governo do Presidente eleito a partir de sufrágio que impediu a participação do Defendente — até então líder nas pesquisas de opinião — a partir de atos concatenados praticados ou com origem em ações praticadas pelo mesmo juiz”, informa o texto.

Moro, aceitou o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para comandar o superministério da Justiça. Em nota, o juiz disse que perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupcao e anticrime organizado, com respeito a Constituição, a lei e aos direitos, o levaram a tomar esta decisão. “Na pratica, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguira em Curitiba com os valorosos juízes locais”.

Provas inexistentes

A defesa alega, ainda, que a condenação se deu baseada em um “fiapo de prova”, de que o ex- presidente teria sido beneficiado por imóveis adquiridos com recursos provenientes de oito contratos firmados pela Petrobras.

Além disso, os advogados afirmam que Moro não levou em conta depoimentos que evidenciavam que as propinas na estatal aconteciam antes da eleição de Lula.

Cita trechos do depoimento de Pedro Baruso, ex-gerente de serviços da Petrobras, em que expõe o esquema de corrupção na empresa.

“O MPF jamais conseguiu superar a prova inequívoca, irrefutável e incontestável de que o Instituto Lula — que não se confunde com a pessoa do ex-presidente Lula, — jamais solicitou ou recebeu o imóvel… no imóvel funciona uma concessionária de automóveis que comprou o espaço gerando lucro para o grupo Odebrecht.”

 

 

 

 

 

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Banco Mundial confirma prorrogação do Projeto “Governo Cidadão”

01/11/2018

“Governo Cidadão”

 

Após reuniões com a governadora eleita do Rio Grande do Norte, senadora Fátima Bezerra, e o suplente de senador Jean-Paul Prates, o Banco Mundial confirmou, nesta quinta-feira, que o Projeto Integrado de Desenvolvimento Sustentável do Rio Grande do Norte (Governo Cidadão) será prorrogado por mais 22 meses.

“É muito importante termos conseguido a prorrogação dos acordos e a expansão da atual parceria com o Banco Mundial. Esses recursos complementares ao orçamento do estado são extremamente necessários para garantir o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte”, afirmou a governadora eleita.

O projeto “Governo Cidadão” prevê recursos da ordem de R$ 1,3 bilhão para uma série de investimentos e benfeitorias nas áreas de segurança e saúde públicas, educação, gestão do estado, inclusão social, turismo e cultura.

Fátima irá incorporar os novos termos ao seu plano de governo e poderá posteriormente solicitar novas adequações.

Jean-Paul Prates salientou também que será importante, agora, imprimir agilidade e objetividade na execução dos projetos. “Teremos metas a cumprir já no primeiro semestre do primeiro ano de mandato, daí porque nos apressamos a vir conversar com o Banco logo”, explicou.

Para o Banco Mundial, o projeto se destaca na região nordeste e é muito importante para o desenvolvimento de forma integrada do estado. Os executivos do banco afirmaram também que serão feitas realocação parcial de recursos e readequação de alguns indicadores e metas da matriz de resultados e de monitoramento do projeto.

Fátima e Jean-Paul estiveram, na terça e quarta, reunidos com o diretor do Banco Mundial no Brasil, Martin Raise; o coordenador do projeto no Banco, Paul Procee, e a especialista sênior em desenvolvimento rural e gerente do projeto, Fátima Amazonas, para destacar a importância do projeto para a população potiguar. Na última reunião, participou, através de videoconferência, o secretário extraordinário para Gestão de Projetos, Francisco Vagner Gutemberg de Araújo, e sua equipe, devidamente autorizados pelo atual governador Robinson Faria. Fonte Blog do BG.

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