Sargento da PM é assassinado com tiros na cabeça em Natal

08/05/2020

Ocupantes de um carro branco pararam em frente à sede do SAMU Natal, que fica na Avenida Nascimento de Castro, e jogaram o policial na calçada

Sargento Oséas Alves de Souza Júnior

Um sargento da Polícia Militar foi assassinado com tiros na cabeça nesta quinta-feira (7). Oséas Alves de Souza Júnior ainda foi socorrido, mas não resistiu.

 

Segundo a PM, ocupantes de um carro branco pararam em frente à sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Natal (SAMU), que fica na Avenida Nascimento de Castro, no bairro Dix-Sept Rosado, na Zona Oeste da cidade, e jogaram o policial na calçada.

Oséas chegou a ser socorrido por uma ambulância que chegava à unidade, mas não resistiu aos ferimentos.

O sargento Oséas entrou na PM em 1995.

Ainda não foram esclarecidos os autores do crime ou a motivação. O caso segue em investigação pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil.

Agora RN.

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Indisponível Governo libera só 1% de linha de crédito de R$ 40 bilhões para empresas pagarem salário

08/05/2020

Dos R$ 40 bilhões anunciados em abril, apenas R$ 413,5 milhões foram aprovados

Embora esteja em vigor, a MP 944 ainda precisa passar pelo Congresso para virar lei

Anunciada pelo governo para evitar demissões em massa durante a pandemia, a linha de crédito de R$ 40 bilhões para bancar salários não está disponível para milhares de pequenas e médias empresas no País. Isso porque a medida provisória editada há um mês proíbe a concessão do empréstimo a empresas que não possuem folha de pagamento processada em um banco. O resultado é que, até agora, apenas 1% do total (R$ 413,5 milhões) foi liberado.

 

Pelas regras estabelecidas na MP 944, que instituiu o programa, um restaurante que pague garçons e cozinheiros com dinheiro ou cheque no fim do mês, por exemplo, não pode acessar o crédito, já que sua folha de pagamento não é “bancarizada”. Esta é justamente a realidade de milhares de pequenos e médios estabelecimentos comerciais espalhados pelo País.

Só no Distrito Federal, a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), que reúne mais de 4 mil associados, estima que 95% das empresas estão tendo dificuldades para acessar a linha. “O governo fala que existe a linha, mas muita gente não consegue acessar, porque os bancos precisam que a folha seja paga dentro do sistema”, afirma o presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães Pinto.

As empresas desenquadradas são impedidas de acessar a linha de crédito com a menor taxa de juros do mercado: 3,75% ao ano. Para se ter uma ideia, o crédito via desconto de duplicatas – bastante usado no financiamento do giro de empresas – possui hoje custo médio de 14,5% ao ano. Já uma empresa que cair no cheque especial pagará juro médio de 312% ao ano.

Ao lançar o programa, sob a liderança do Banco Central, o governo anunciou R$ 40 bilhões para o financiamento dos salários de trabalhadores de firmas com receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano, por um período de dois meses. O financiamento é limitado ao valor de duas vezes o salário mínimo por empregado (R$ 2.090 por funcionário). E os recursos precisam ser usados apenas para pagar salários.

No início de abril, o BC chegou a citar a estimativa de que a linha permitiria a manutenção da renda de 12 milhões de trabalhadores de pequenas e médias empresas durante a pandemia. Um mês depois, em 4 de maio, o próprio BC registrava que apenas 304 mil trabalhadores haviam sido contemplados, em um total de 19,3 mil empresas.

Embora esteja em vigor, a MP 944 ainda precisa passar pelo Congresso para virar lei. Relator na Câmara, o deputado federal Zé Vitor (PL-MG) diz que negocia com o governo uma solução em “prazo hábil”.

Em nota, o BC afirmou que a exigência do processamento da folha pelo banco é para garantir que os recursos sejam direcionados diretamente para as contas-salário dos empregados. A instituição defendeu ainda que o programa “terá pleno efeito” a partir deste mês, quando será paga a folha de abril.

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Recém-aliado a Bolsonaro, â??centrãoâ?? é suspeito de usar cargos para obter propina

08/05/2020

Principais pré-candidatos ao comando da Câmara são do grupo; líder do bloco, Arthur Lira (PP-AL) é o mais implicado na Justiça

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), conversa com o deputado Arthur Lira (PP-AL) em sessão no plenário

je presidente do PP, Ciro Nogueira, e do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), desbancaram o então grupo dominante na bancada, formado, entre outros, por João Pizzolatti (SC), Mario Negromonte (BA) e Nelson Meurer (PR), primeiro parlamentar condenado pelo STF na Lava Jato, em maio de 2018.

A procuradora afirma que o novo grupo assumiu para si o controle sobre o esquema, substituindo Youssef pelo operador Henry Hoyer de Carvalho.

As duas denúncias recebidas pelo STF estão em fase de análise de novos recursos. Os parlamentares solicitam, entre outros pontos, que os casos sejam arquivados com base em lei aprovada pelo Congresso em 2019 estabelecendo que o recebimento de denúncias não pode ser embasado exclusivamente em afirmações de delatores.

A nova regra, defendida por quase todos os partidos, foi um dos pontos incluídos pelos parlamentares no pacote de alterações penais elaborado pelo então ministro da Justiça, Sergio Moro, que foi o juiz responsável pela Lava Jato em Curitiba até 2018.

Em resposta aos recursos no STF, o Ministério Público diz que há várias outras provas, não só em delações. Aguinaldo disse que está recorrendo da aceitação da denúncia e que o outro caso ainda está sem conclusão.

Lira afirma que as denúncias têm por base a delação de Youssef. "A falsidade de suas declarações já foi reconhecida pelo STF, que rejeitou duas denúncias baseadas nos mesmos fatos e identificou inconsistências nos relatos. Como eu respeito as decisões do Judiciário, acredito na justiça e tenho certeza que a minha inocência ficará comprovada."

Em relação ao caso da CBTU, afirmou que a acusação é fantasiosa e que não tem nenhuma relação com o ato, "fato já confessado pelo assessor".

No inquérito, Jameyrson afirma ter viajado com dinheiro vivo a São Paulo para comprar um carro de luxo, mesmo estando endividado e não tendo informado isso à esposa, versão considerada completamente inverossímil pelo Ministério Público.

Além do STF, Lira tem pendências com a Justiça do Paraná, ninho da Lava Jato. Em 2016 e 2017 o Ministério Público, a Advocacia-Geral da União e a Petrobras moveram ações de improbidade contra o parlamentar e outros políticos. Uma delas resultou ainda em 2017 em ordem de bloqueio de seus bens no valor de até R$ 7,77 milhões.

Em decisão de 20 de abril deste ano, o juiz federal Friedmann Anderson Wendpap atendeu parcialmente a pedido da Petrobras e determinou o confisco de 10% do salário do parlamentar (que é de R$ 33,7 mil), relatando que, até aquele momento, haviam sido bloqueados "alguns veículos, R$ 496,59 via Bacenjud [canal de interlocução entre a Justiça e as instituições financeiras] e um imóvel".

Sobre os casos do Paraná, Lira diz que 99% dos investigados pela Lava Jato não tiveram ação proposta. "Esse foi mais um movimento político sem fundamento ou qualquer prova, apenas com o intuito de destruir reputações. "

Em dois outros inquéritos, em que era investigados sob suspeita de receber propina da UCT e de contratos da Diretoria de Abastecimento da Petrobras, o Supremo rejeitou a denúncia contra ele sob o argumento, principal, de que as afirmações dos delatores não estavam amparadas em provas.

No ano passado, o senador Cid Gomes (PTD-CE) chegou a se referir a Lira como "achacador" e "projeto do futuro Eduardo Cunha", em referência ao ex-presidente da Câmara, hoje preso em decorrência da Lava Jato. "A minha relação com o Eduardo Cunha foi a mesma que outros parlamentares estabeleceram com ele no Congresso", afirma Lira.

Já Marcos Pereira foi apontado na delação da Odebrecht como receptor de R$ 7 milhões de dinheiro desviado da Petrobras em troca do apoio do PRB (hoje Republicanos) à campanha à reeleição de Dilma Rousseff, em 2014. O inquérito foi remetido no ano passado para a Justiça de São Paulo.

"Não repondo e nunca respondi a nenhuma ação cível ou criminal, seja decorrente de minha atividade pública, seja da minha vida privada. Existe inquérito policial para apurar os supostos fatos narrados na delação mencionada. Tenho absoluta confiança que ao final será reconhecida a minha inocência", afirmou o parlamentar. Fonte Folha de Sao Paulo.

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Brasil tem 610 mortes confirmadas por Covid-19 em um dia e passa dos 9 mil óbitos

08/05/2020

Foram mais de 9 mil novos casos confirmados, de acordo com o Ministério da Saúde

Dados foram atualizados nesta quinta (7)

OMinistério da Saúde informou nesta quinta-feira (7) que o país chegou a 135.106 casos confirmados e 9.146 mortes pelo novo coronavírus. Na quarta (6), eram 8.536 óbitos e 125.218 casos confirmados.

 

Em 24 horas, foram anunciadas mais 600 mortes, de acordo com a pasta. Foram 9.888 novos casos confirmados. A taxa de letalidade segue em 6,9%.

 

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Bolsonaro assina MP que permite pagamento antecipado para licitações e compras durante a pandemia

07/05/2020

Pagamentos.

Presidente e vice-presidente da República assinam termo de posse ...

O presidente Jair Bolsonaro editou uma medida provisória, a MP 961, que permite o pagamento antecipado de compras públicas durante a pandemia do novo coronavírus e flexibiliza as normas da lei de licitações, a 8.666. O texto foi publicado no “Diário Oficial da União” dessa quinta-feira (7).

A medida vale para a administração pública de todos os entes federativos (União, estados e municípios), de todos os poderes e órgãos constitucionalmente autônomos.

Por se tratar de uma MP, a medida tem validade imediata, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. O prazo regular para a tramitação de uma MP no Câmara e no Senado é de até 120 dias, mas devido à pandemia do novo coronavírus, uma nova regra permitiu que esse prazo caia para 16 dias.

De acordo com a MP, o pagamento antecipado de licitações poderá ser feito em duas ocasiões:

quando for condição indispensável para obter o bem ou assegurar a prestação do serviço;

quando propiciar significativa economia de recursos.

Segundo o secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Heckert, com a pandemia do novo coronavírus, algumas empresas prestadoras de serviço passaram a exigir pagamento antecipado. Isso ocorreu, por exemplo, em uma negociação de compra de máscaras e na compra de álcool gel.

“Neste momento, a gente tem se deparado com situações que o mercado está exigindo pagamento antecipado, e a administração pública, até então, não tinha os instrumentos”, afirmou.

Dispensa de licitação

A MP também autoriza o aumento dos valores de obras e serviços de engenharia e outros serviços e compras que podem ser adquiridos sem que seja necessário haver licitação.

No caso de obras e serviços de engenharia em que as empresas são convidadas pelo órgão público a fazer o serviço, a dispensa de licitação passa a valer para contratos de valores de até R$ 100 mil.

No caso de outros serviços e compras em que as empresas são convidadas pelo órgão público, a dispensa de licitação passa a ocorrer quando os contratos tiverem valor de até R$ 50 mil.

G1

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â??Não posso passar por cima do Supremoâ??, diz Bolsonaro sobre restrição de circulação determinada por governadores e prefeitos

07/05/2020

Estados e Municipios

Foto: Pablo Jacob/04-05-2020

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira que não pode “passar por cima do Supremo”, em referência à decisão da Corte que delegou a estados e municípios determinarem medidas restritivas de circulação em função da pandemia de coronavírus. Bolsonaro, que é a favor da reabertura do comércio, respondeu a uma apoiadora que chamou de “palhaçada” o posicionamento de governadores e do Supremo Tribunal Federal (STF).

– A senhora falou aval do STF, verdade. Eu não posso passar por cima do Supremo. Inclusive, (os governadores e prefeitos) estão aumentando as medidas protetivas. Já está na casa de 10 milhões de desempregados formais no Brasil. Brasil não está em crise ainda por causa dos R$ 600, senão o pessoal tava com fome aí, fazendo… – disse Bolsonaro, referindo-se ao auxílio emergencial pago pelo governo.

Assim como em outras ocasiões, o presidente procurou se desvencilhar do aumento do desemprego, que, segundo ele, é responsabilidade de governadores e prefeitos que determinaram a suspensão de atividades comerciais. Na terça-feira, Bolsonaro já havia afirmado que o desemprego havia chegado a um nível “insustentável” e que o auxílio do governo estava evitando uma onda de “saques e violência”. O presidente acrescentou que, se a atividade econômica não for retomada totalmente em dois meses, o país terá “problemas seríssimos”.

– Já estou vendo matéria na imprensa sobre o desemprego. Daqui a pouco vão dizer que eu sou responsável pelo desemprego – afirmou Bolsonaro.

O Globo

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OMS alerta sobre fim precipitado de isolamento

07/05/2020

Diretor diz que transições devem ser feitas com muito cuidado

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, fala a jornalistas sobre o surto de ebola no Congo em coletiva na sede da organização em Genebra, em 14 de maio de 2018.  REUTERS/Denis Balibouse

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, alertou, nessa quarta-feira (6), sobre os riscos de ser necessário retornar ao confinamento, caso os países que estejam deixando as restrições para combater a pandemia de coronavírus não administrem as transições "com muito cuidado e em uma abordagem em fases".

Ele listou uma série de medidas necessárias antes que os países afrouxem medidas destinadas a controlar a propagação da covid-19, doença respiratória do provocada pelo coronavírus, como controles de vigilância e preparação do sistema de saúde.

"O risco de retornar ao bloqueio permanece muito real se os países não administrarem a transição com muito cuidado e com uma abordagem em fases", afirmou ele em um briefing online em Genebra.

Tedros, que chegou a ser criticado pela forma de lidar com o surto, disse que fará uma análise da resposta dada pela agência, mas que vai aguardar até que a pandemia recue.

"Enquanto o fogo está aceso, acho que nosso foco não deve ser dividido",afirmou.

O diretor defendeu o protocolo da OMS de alerta sobre o potencial de transmissão de pessoa para pessoa do novo coronavírus, lembrando que informou o mundo disso no início de janeiro.

A organização, com sede em Genebra, tem sido acusada pelo seu principal doador, os Estados Unidos (EUA), de ser "centrada na China". Os EUA têm cortado o financiamento ao órgão.

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, vem afirmando que tem "evidências" de que o novo coronavírus surgiu em um laboratório em Wuhan, na China, enquanto os cientistas têm informado à OMS que a origem é animal.

*Agência britânica de notícias

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Atriz e radialista Daisy Lúcidi morre por covid-19 aos 90 anos

07/05/2020

Daisy iniciou carreira aos 6 anos na Rádio Nacional, declamando poemas

Daisy Lúcidi

A atriz e radialista Daisy Lúcidi morreu na madrugada de hoje (7), aos 90 anos, no Rio de Janeiro. Ela estava internada no centro de terapia intensiva (CTI) do Hospital São Lucas, na zona sul da capital, desde 25 de abril e morreu por complicações decorrentes de infecção por covid-19.

Daisy Lúcidi nasceu no Rio, em 10 de agosto de 1929. Muito cedo começou sua carreira na Rádio Nacional, a maior emissora da América Latina, na época de ouro do rádio, nos anos 1940, 1950 e 1960, com seus programas de auditório, com nove orquestras e o radioteatro, onde Daisy, com voz marcante, iniciou aos 6 anos de idade declamando poemas.

Participou do programa Seu Criado, Obrigado!, ao lado de César Ladeira, durante dez anos. Ela participou também de novelas da Rádio Nacional, que paravam o Brasil de norte a sul, como integrante da equipe do radioteatro, com tudo ao vivo, sem poder errar. A primeira radionovela do país foi apresentada em 1941 pela Rádio Nacional - Em busca da Felicidade - e, um ano depois, inaugurou a primeira emissora de ondas curtas, o que deu aos seus programas imensão nacional.

Com a primeira novela, que ficou mais de três anos no ar, vieram outras com grande sucesso. Daisy Lúcidi estreou em 1952 na Rádio Nacional, no elenco de radioteatro, comandado por Floriano Faissal, do qual faziam parte Brandão Filho, Iara Sales, Zezé Fonseca, Isis de Oliveira, entre tantos outros artistas de sucesso.

Os programas de auditório com  César de Alencar e a rivalidade dos fã-clubes de Emilinha Borba e Marlene marcavam as tardes de sábado na emissora da Praça Mauá, 7, onde as filas para assistir aos programas davam voltas no quarteirão. A rádio também contava com programas de humor como Edifício Balança mas não cai, que contava com  Paulo Gracindo, Brandão Filho e Walter d’Ávila, com a participação do elenco de radioteatro.

Daisy Lúcidi também participou de várias novelas da Rede Globo, entre elas Paraíso Tropical, Passione, Bravo!, O Casarão, Babilônia, Geração Brasil e do seriado Tapas e Beijos.

Em 1971, Daisy Lúcidi estreou o programa Alô Daisy, que permaneceu no ar por 45 anos, no horário das 13h às 15h. Foi o primeiro programa de rádio voltado para o público feminino, para a dona de casa, que contava com receitas, notícias de artistas, um quadro, no início do programa, chamado Cidade, Atenção, com a com a equipe de radiojornalismo que ia para as ruas e mostrava os problemas da cidade. Depois, a produção cobrava das autoridades a solução para cada reclamação apresentada pelo público.

Auditório da Rádio Nacional do Rio de Janeiro

Alô Daisy também apresentava, em dois dias da semana, debates populares, sempre às quartas e sextas-feiras. Em um dia a mesa era formada somente de homens - Agora é que são eles - e em outro dia formado por mulheres - Agora é que são elas, que debatiam questões nacionais, do estado e do município, sempre com destaque para os assuntos em evidência na semana.

Em eventos especiais da Rádio Nacional, como a visita do papa João Paulo II ao Brasil, Daisy Lúcidi participou com destaque da cobertura.

Com a projeção do programa, Daisy acabou entrando para a política - primeiro, para a Câmara Municipal do Rio e, depois, para dois mandatos seguidos como deputada estadual.

Daisy também desenvolvia um programa social, com creche e distribuição de alimentos, roupas e calçados para as famílias necessitadas. A sede da entidade, ficava na Rua Uranos, no morro do Alemão.

Recentemente, há pouco mais de dois anos, deixou a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), à qual a Rádio Nacional está vinculada, aderindo ao Programa de Demissão Voluntária.

Daisy Lucidi foi casada por 64 anos com o radialista Luiz Mendes, que morreu em 2011.

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Saúde Covid-19: país bate recorde de mortes e casos confirmados notificados

07/05/2020

O número de pacientes recuperados é de 51.370

Brasil bate recorde de mortes em 24h por covid-19

O Brasil bateu o recorde de mortes e casos confirmados notificados em 24 horas. Entre ontem e hoje, foram registrados mais 10.503 pessoas infectadas e 615 novos óbitos por covid-19. O número de pacientes recuperados é de 51.370. A atualização foi divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (6).

No total, o país chegou a 125.218 casos confirmados de covid-19, um aumento de 9% em relação a ontem, quando foram registradas 114.715 mil pessoas nessa condição. De acordo com o Ministério da Saúde, deste total, 65.312 estão em acompanhamento (52,2%%) e 51.370 (41%) já foram recuperados, deixando de apresentar os sintomas da doença. Ainda são investigadas 1.643 mortes.

O total de mortes subiu para 8.536. A marca representou um acréscimo de 9% em relação a ontem, quando foram contabilizados 7.921 falecimentos. A letalidade é de 6,8%.

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, voltou a destacar que o número de mortes abarca aquelas atualizadas, podendo se referir a falecimentos que ocorreram em outros dias.

“Não estamos falando que os 615 ocorreram de ontem pra hoje. O que tivemos é uma atualização das 615 pessoas em investigação”, disse o secretário.

 

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (3.045). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (1.205), Ceará (848), Pernambuco (803) e Amazonas (751).  

Além disso, foram registradas mortes por covid-19 no Pará (392), Maranhão (291), Bahia (160), Paraná (101), Espírito Santo (145), Minas Gerais (97), Paraíba (92), Rio Grande do Sul (97), Alagoas (89), Rio Grande do Norte (72), Santa Catarina (59), Amapá (56), Goiás (45), Distrito Federal (34), Acre (33), Piauí (30), Sergipe (23), Rondônia (33), Mato Grosso (13), Roraima (13), Mato Grosso do Sul (10), e Tocantins (9).

“A gente vê que para o Brasil não tem uma linha de queda. Vamos ter que continuar trabalhando e aumentando os cuidados. Mas a abordagem de cada região vai depender dos números locais. A estratégia de cada local vai depender da evolução”, declarou o ministro da Saúde, Nelson Teich. 

Agencia Brasil.

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Perda total ou em parte da renda mensal já atingiu 40% dos brasileiros

07/05/2020

Queda do poder de compra afeta quatro em cada dez pessoas, diz CNI

Desemprego

Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que a perda do poder de compra já atingiu quatro em cada dez brasileiros desde o início da pandemia. Do total de entrevistados, 23% perderam totalmente a renda e 17% tiveram redução no ganho mensal, atingindo o percentual de 40%.

Quase metade dos trabalhadores (48%) tem medo grande de perder o emprego. Somado ao percentual daqueles que têm medo médio (19%) ou pequeno (10%), o índice chega a 77% de pessoas que estão no mercado de trabalho e têm medo de perder o emprego. De modo geral, nove em cada dez entrevistados consideram grandes os impactos da pandemia de coronavírus na economia brasileira.

A pesquisa mostra também que o impacto na renda e o medo do desemprego levaram 77% dos consumidores a reduzir, durante o período de isolamento social, o consumo de pelo menos um de 15 produtos testados. Ou seja, de cada quatro brasileiros, três reduziram seus gastos. Apenas 23% dos entrevistados não reduziram em nada suas compras, na comparação com o hábito anterior ao período da pandemia.

Questionada sobre como pretende se comportar no futuro, a maioria dos brasileiros planeja manter no período pós-pandemia o nível de consumo adotado durante o isolamento, sendo que os percentuais variam de 50% a 72% dos entrevistados, dependendo do produto. Essa tendência, segundo a CNI, pode indicar que as pessoas não estão dispostas a retomar o mesmo patamar de compras que tinham antes.

Supermercados de São Paulo ainda enfrentam desabastecimento  de frutas, verduras e legumes após as fortes chuvas desta semana

Apenas 1% dos entrevistados respondeu que vai aumentar o consumo de todos os 15 itens testados pela pesquisa após o fim do isolamento social. Para 46%, a pretensão é aumentar o consumo de até cinco produtos; 8% vão aumentar o consumo de seis a dez produtos; e 2% de 11 a 14 produtos. Para 44% dos entrevistados, não haverá aumento no consumo de nenhum dos itens.

Isolamento social

Os dados revelam que a população brasileira continua favorável ao isolamento social (86%), apesar das possíveis perdas econômicas, e quase todo mundo (93%) mudou sua rotina durante o período de isolamento, em diferentes graus.

No cenário pós-pandemia, três em cada dez brasileiros falam em voltar a uma rotina igual à que tinham antes. Em relação ao retorno para o trabalho depois de terminado o isolamento social, 43% dos trabalhadores formais e informais afirmaram que se sentem seguros, enquanto 39% se dizem mais ou menos seguros e 18%, inseguros.

“As atenções dos governos, das empresas e da sociedade devem estar voltadas, prioritariamente, para preservar vidas. Entretanto, é crucial que nos preocupemos também com a sobrevivência das empresas e com a manutenção dos empregos. É preciso estabelecer uma estratégia consistente para que, no momento oportuno, seja possível promover uma retomada segura e gradativa das atividades empresariais”, disse o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A maior parte dos entrevistados (96%) considera importante que as empresas adotem medidas de segurança, como a distribuição de máscaras e a adoção de uma distância mínima entre os colaboradores. Para 82% dos trabalhadores, essas medidas serão eficientes para proteger os empregados.

Dívidas

Um dado apontado pela pesquisa e considerado preocupante pela CNI é o endividamento, que atinge mais da metade da população (53%). O percentual é a soma dos 38% que já estavam endividados antes da pandemia e os 15% que contraíram dívidas nos últimos 40 dias, período que coincide com o começo do isolamento social.

Entre aqueles que têm dívida, 40% afirmam que já estão com algum pagamento em atraso em alguma dessas dívidas. A maioria dos endividados em atraso (57%) passou a atrasar suas parcelas nos últimos 40 dias, ou seja, período que coincide com o isolamento social.

O levantamento, realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, contou com 2.005 entrevistados, a partir de 16 anos, de todas as unidades da Federação, entre os dias 2 e 4 de maio e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Agencia Brasil.

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Vigilantes de posto de combustível são mortos a tiros no Oeste potiguar; região teve noite violenta com outros 4 crimes

07/05/2020

Crimes aconteceram na noite de quarta (6) em Martins, Pau dos Ferros, Almino Afonso, Portalegre e Itaú. Em um dos casos, criminosos assassinaram um ex-presidiÃ

Segundo a Sesed, manter o giroflex ligado aumenta a visibilidade e também aumenta a percepção e a sensação de segurança pública — Foto: Marcelino Neto/O Câmera

Dois vigilantes de um posto de combustível foram assassinados por criminosos fortemente armados na noite desta quarta-feira (6) em Martins, no Alto Oeste potiguar. Mas esse não foi o único crime na região. Ao todo, Polícia Militar registrou pelo menos cinco casos de homicídios ou tentativas de homicídio em cinco municípios diferentes - a maioria num espaço de menos de uma hora. Ninguém foi preso.

O caso de Martins foi o último a ser registrado, por volta das 20h30. Segundo a PM, quatro homens fortemente armados chegaram ao posto de combustíveis, às margens da RN-117, em uma pick-up, abriram as portas e começaram a atirar. Ainda de acordo com a polícia, foram disparados mais de 100 tiros de armas longas, como fuzil 556, além de pistolas.

Os dois homens que faziam a segurança do posto morreram no local. Eles foram identificados como Francisco de Assis da Silva e Francisco Francimar de Carvalho. Após o crime, os bandidos fugiram no sentido ao município de Serrinha dos Pintos. A polícia fez buscas na região, mas ninguém foi preso.

Cerca de 20 minutos mais cedo, por volta das 20h10, outro crime já havia acontecido no município de Pau dos Ferros, distante cerca de 48 quilômetros de Martins. Uma dupla invadiu uma casa no bairro São Geraldo a procura de Ednaldo Araújo de Brito, de 30 anos, que foi morto a tiros. Além de atingirem o homem, que havia saído do sistema prisional na última terça-feira (5), os assassinos acabaram baleando o pai da vítima, que foi socorrido para o hospital da cidade e, de acordo com as informações repassadas pela polícia, não corre risco de morte.

Às 20h, na cidade de Almino Afonso, distante cerca de 56 km de Pau dos Ferros, a Polícia Militar registrou a tentativa de assassinato de um homem que estava na frente de casa, na área urbana do município, quando dois criminosos chegaram em uma moto e começaram a atirar. O rapaz foi atingido no braço, mas conseguiu fugir e se esconder em um matagal. Os criminosos fugiram logo em seguida e a vítima foi socorrida. De acordo com a PM, o jovem mora há pouco tempo na cidade e a motivação do crime ainda deverá ser investigada.

Em Portalegre, distante 61 km de Almino Afonso, outra tentativa de homicídio foi registrada por volta das 19h40, quando um homem seguia de moto na região do Sítio Baixa Grande, na zona rural do município. Segundo a polícia, o criminoso estava dentro do matagal e atirou quando o rapaz passou pelo local. Dois tiros atingiram a vítima, que foi socorrida para Pau dos Ferros. Segundo a polícia, o bandido usou, provavelmente, uma espingarda.

Mais cedo, em Itaú, a 28 km de Portalegre, um jovem de 18 anos morreu após ser atingido por golpes de faca. Segundo a polícia, a vítima foi vista caminhando com outra pessoa, em uma estrada de terra que liga dois bairros. Pouco tempo depois, Alisson Micael Silva Nascimento foi visto pedindo ajuda, caindo em uma praça, com marcas de várias facadas. O jovem foi socorrido ao hospital da cidade e depois transferido para o Hospital de Pau dos Ferros, mas não resistiu e morreu. Segundo a polícia, a vítima já tinha sido flagrada algumas vezes fazendo arrombamentos na cidade, mas a motivação do crime ainda não foi esclarecida.

G1RN.

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RN tem 2º pior índice de isolamento social entre os estados do Nordeste

07/05/2020

Dados foram divulgados pela empresa de tecnologia In Loco nesta quinta-feira (7).

Por G1 RN

Levantamento da In Loco — Foto: Reprodução

O índice de isolamento social para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus no Rio Grande do Norte caiu para 40,7 % na quarta-feira (6). O levantamento é feito pela empresa de tecnologia In Loco, que tem feito um acompanhamento nacional sobre o assunto, com base em dados de 60 milhões de brasileiros, usuários de vários aplicativos de smartphones.

O RN tem o 2º pior índice de isolamento entre os estados do Nordeste, a frente apenas do Sergipe (40,5%), e a 8ª menor taxa do Brasil. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), restringir a circulação de pessoas é a alternativa mais eficaz contra a propagação do vírus e é também a única forma que os governos têm para conter o avanço da pandemia.

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AL aprova projeto do Coronel Azevedo para mais transparência na segurança pública

07/05/2020

O Projeto de Lei determina que o Governo estadual mantenha organizado e publique de forma transparente os dados relacionados à violência e criminalidade no RN

O Projeto de Lei nº 0235/2019 é de autoria do deputado estadual Coronel Azevedo (PSC) e que tem por objetivo mais transparência à divulgação dos indicadores no estado

OProjeto de Lei nº 0235/2019, de autoria do deputado estadual Coronel Azevedo (PSC), e que tem por objetivo mais transparência à divulgação dos indicadores de violência e criminalidade no Rio Grande do Norte, foi aprovado por unanimidade nesta quarta-feira, 6, no plenário da Assembleia Legislativa.

 

O PL determina que o Governo estadual mantenha organizado e publique de forma transparente os dados relacionados à violência e criminalidade no RN não só para instrumentalizar políticas de segurança e defesa social, mas também para que se possa exercer o controle social.

Presidente da Frente Parlamentar da Segurança Pública, Coronel Azevedo declarou que “alguns entendem como uma obrigação de prestar contas, outros reforçam a necessidade de se conhecer a produtividade das instituições afim de acompanhar a eficiência e eficácia das políticas públicas a partir da análise de resultados”.

De acordo com o Projeto aprovado, a periodicidade da divulgação dos indicadores deve ser, pelo menos, mensal e precisa incluir dados como, por exemplo, número de ocorrências registradas pelas polícias militar e civil, por tipo de delito; número de agentes operadores de segurança pública e defesa social mortos em serviço e fora dele, discriminadamente; número de mandados de prisão recebidos e cumpridos; número de ingressos e de saídas no sistema penitenciário; número de fugas no sistema penitenciário, discriminando as ocorrências nos regimes fechado, semiaberto e aberto; número de resolução de delitos com a indicação do quantitativo de elucidação dos Inquéritos Policiais concluídos com autoria identificada, dentre outros. Agora RN.

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PRF e DER fazem operação para coibir o transporte irregular de passageiros no RN

07/05/2020

Um ônibus que fazia a linha entre Caicó e Currais Novos foi apreendido

Ônibus foi apreendido e o motorista submetido a Termo Circunstanciado de ocorrência

APolícia Rodoviária Federal e o Departamento de Estradas e Rodagens (DER/RN), realizaram, na noite desta terça-feira (5), no km 97 da BR 427, em Caicó, mais uma operação de combate ao transporte clandestino de passageiros.

 

Um ônibus que realizava a linha de Caicó para Currais Novos foi abordado. Na fiscalização, foi constatado que o veículo transitava com as janelas fechadas e que também não tinha autorização para prestar esse serviço.

Diante dos fatos, o ônibus foi apreendido e o motorista submetido a Termo Circunstanciado de ocorrência – TCO, por transgredir o Art. 268 do Código Penal – Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa e o art. 47 da lei de Contravenções Penais – exercício ilegal da atividade de transporte de passageiros, ou seja, por fazer transporte clandestino de passageiros.

Outros cinco veículos de passeio também foram apreendidos e seus condutores submetidos a TCOs, por realizarem o serviço de transporte intermunicipal de passageiros, sem a devida autorização.

Agora RN.

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Idoso de 64 anos é morto a tiros durante assalto na Grande Natal

07/05/2020

Crime aconteceu na noite desta quarta-feira (6), em Ceará-Mirim

Um idoso de 64 anos foi morto a tiros, na frente da sua casa, durante um assalto em Ceará-Mirim, cidade da Grande Natal. O crime aconteceu na noite desta quarta-feira (6), na frente dos familiares da vítima.

 

Segundo a Polícia Militar, três bandidos se aproximaram e anunciaram um assalto. Os criminosos realizaram diversos disparos. Familiares informaram que os assassinos foram agressivos e gritaram que iam matar o idoso.

A polícia agora segue em busca dos criminosos.

Agora RN.

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Poço Branco: Prefeito Waldemar de Góis Visita Obra de Reforma do Mercado Publico

06/05/2020

Ã? TEMPO DE MUDANÃ?A.

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas em pé e atividades ao ar livre

As obras do Mercado Público de Poço Branco estão quase chegando ao fim e em breve a população e comerciantes contarão com um novo espaço totalmente recuperado e com toda estrutura melhorada. Arrasta pro lado e confere um pouco do andamento da obra e do trabalho da nossa gestão!

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas sentadas e atividades ao ar livre

 

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TRF4 mantém condenação de Lula no caso do sítio em Atibaia

06/05/2020

Ex-presidente foi condenado a 17 anos de prisão

Brasília - O novo ministro da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse  (José Cruz/Agência Brasil)

 

A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decidiu hoje (6), por unanimidade, manter a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 17 anos de prisão no caso do sítio em Atibaia (SP). Por meio de julgamento virtual, os desembargadores negaram recurso protocolado pela defesa. O ex-presidente ainda pode recorrer em liberdade. 

Em novembro do ano passado, o colegiado aumentou a pena de Lula de 12 anos e 11 meses para 17 anos, 1 mês e 10 dias de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Foi a segunda condenação do ex-presidente na Operação Lava Jato. A primeira se deu no caso do tríplex no Guarujá (SP).

De acordo com a sentença da primeira instância, Lula recebeu vantagens indevidas das empreiteiras Odebrecht e OAS por meio da reforma do sítio em Atibaia que costumava frequentar com a família.

A obra teria custado mais de R$ 1 milhão, e o dinheiro teria sido descontado de propinas devidas pelas empresas em troca de favorecimento ilícito em contratos com Petrobras, segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), que foi acolhida pela juíza Gabriela Hardt.

Defesa 

Em nota, a defesa do ex-presidente considerou a condenação injusta e arbitrária. Os advogados também contestaram o fato de os recursos serem julgados por meio virtual. 

“Com a rejeição do recurso, diversas omissões, contradições e obscuridades apontadas em recurso de 318 laudas e que dizem respeito a aspectos essenciais do processo e do mérito do caso deixaram de ser sanadas — inclusive o fato de Lula ter sido condenado nessa ação com base na afirmação de que 'seria o principal articulador e avalista de um esquema de corrupção que assolou a Petrobras', em manifesta contradição com sentença definitiva que foi proferida pela 12ª Vara Federal de Brasília, que absolveu o ex-presidente dessa condenação˜, declarou a defesa.

Agencia Brasil.

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Copom reduz Selic para 3% ao ano para conter impacto de pandemia

06/05/2020

Cortes nos EUA e queda da inflação abriram espaço para novo corte

Edifício-sede do Banco Central , Brasília, economia

Em meio à crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus, o Banco Central (BC) diminuiu os juros básicos da economia pela sétima vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 3% ao ano, com corte de 0,75 ponto percentual.

A decisão surpreendeu os analistas financeiros. Segundo a pesquisa Focus do BC, a maior parte dos agentes econômicos esperava a redução dos juros básicos para 3,25% ao ano nesta reunião e um corte adicional, para 2,75%, em junho.

Em comunicado, o BC informou que o comitê considera promover um novo corte, de até 0,75 ponto percentual, na próxima reunião, em junho. A partir daí, os juros básicos não seriam mais alterados, mas a autoridade monetária admitiu que os riscos estão elevados e que espera mais informações para definir os próximos passos.

Segundo a nota, dois diretores do BC sugeriram cortes mais agressivos, mas a incerteza em relação aos impactos da pandemia de covid-19 sobre a economia fez a maioria dos membros do Copom optar por uma redução dos juros em etapas, até que o quadro econômico se estabilize.

Com a decisão de hoje (6), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho de 2019.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nos 12 meses terminados em março, o indicador fechou em 3,3%, o menor resultado acumulado em 12 meses desde outubro do ano passado.

A inflação, que tinha subido no fim do ano passado por causa da alta da carne e do dólar, agora deve cair mais que o previsto por causa das interrupções da produção e do consumo provocadas pela covid-19.

Para 2020, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu meta de inflação de 4%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não poderá superar 5,5% neste ano nem ficar abaixo de 2,5%. A meta para 2021 foi fixada em 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que o IPCA fecharia o ano em 2,6%. A projeção, no entanto, ficou defasada diante da pandemia de covid-19. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 1,97%, mas as estimativas deverão continuar a cair nos próximos levantamentos.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o BC projetava crescimento zero para a economia neste ano. No entanto, a previsão tinha sido feita antes do agravamento da crise provocada pelo coronavírus.

O mercado já projeta crescimento mais baixo. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem contração de 3,76% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2020.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Agencia Brasil.

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Policiais penais recapturam dois dos sete presos que fugiram da Cadeia Pública de Mossoró, RN

06/05/2020

Prisão aconteceu nesta quarta-feira (6) no bairro Santo Antônio.

Por G1 RN

Presos escaparam da Cadeia Pública de Mossoró — Foto: Assessoria de Imprensa/Sejuc

Presos escaparam da Cadeia Pública de Mossoró — Foto: Assessoria de Imprensa/Sejuc

Policiais penais recapturaram dois presidiários dos sete que escaparam nesta segunda-feira (4) da Cadeia Pública de Mossoró, no Oeste potiguar. Os detentos foram presos na mesma cidade nesta quarta (6).

A fuga aconteceu durante o banho de sol, momento em que os sete pularam o muro da unidade. Foi aberto processo administrativo para apurar o caso. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), os dois recapturados estavam no bairro Santo Antônio e foram encontrados durante buscas realizadas pelo Grupo de Escolta Penal (GEP) e o Departamento de Inteligência.

Ainda de acordo com a Seap, foram recapturados Alberto Soares de Sousa Dantas Filho e Gilson Jadson Marcelino da Silva, ambos detentos provisórios. Os que seguem foragidos são Jefferson de Melo Nogueira e Geovani de Melo Nogueira, ambos sentenciados, e os provisórios Antônio Vitor Silva Melo, Douglas Alves Pereira da Cunha e Raimundo Raiele da Silva.

Jefferson e Geovani são irmãos e foram condenados em março pela morte de um menino de um ano de idade ocorrida em Mossoró.

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Idosa de 72 anos morre com coronavírus após passar mais de 24 horas sem conseguir leito de UTI no interior do RN

06/05/2020

Morte foi registrada no último sábado (2) em Ipanguaçu. Paciente esperava leito desde a sexta-feira (1º) e teve agravamento do quadro.

 G1 RN

Dos 10 leitos de UTI do Hospital Tarcísio Maia em Mossoró, três não funcionavam no dia 1º por falta de insumos, segundo central de regulação. — Foto: Sesap/Divulgação

Dos 10 leitos de UTI do Hospital Tarcísio Maia em Mossoró, três não funcionavam no dia 1º por falta de insumos, segundo central de regulação. — Foto: Sesap/Divulgação

Uma idosa de 72 anos que testou positivo para o novo coronavírus morreu no último sábado (2) após passar mais de 24 horas sem acesso a um leito de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) em Ipanguaçu, na região Oeste potiguar. De acordo com a secretaria de Saúde, o município não tem equipamento do tipo e tentou transferir a paciente para um leito de alta complexidade em Mossoró - maior cidade da região - ainda na sexta-feira (1º), quando ela deu entrada em uma unidade de saúde do município. Não havia vaga disponível.

A secretaria municipal de Mossoró, responsável pela regulação dos leitos de UTI, afirmou ao G1 que na ocasião faltavam leitos de UTI no Hospital Regional Tarcísio Maia (que pertence ao estado) e no Hospital São Luiz (cujos leitos foram abertos em parceria do município, estado e uma entidade privada).

"No dia do pedido, todos os leitos estavam ocupados. O Hospital São Luiz estava abrindo na cidade e, naquele momento, estava com os leitos regulados para pessoas de Mossoró e Região. A transferência da paciente não foi possível para o Hospital Regional Tarcísio Maia porque dos 10 leitos de UTI que foram abertos pelo governo do Estado, com ajuda de empresários locais, 7 estavam ocupados e 3 fechados por falta de insumos", informou a pasta.

Em nota, porém, a Secretaria Estadual de Saúde afirmou que "na madrugada do sábado, o hospital São Luiz estava com 20 leitos clínicos e 10 de UTI em funcionamento e não estavam todos ocupados".

Além de gerenciar os leitos por disponibilidade, Mossoró também gerencia as filas de leitos. Quando, em algum momento, a oferta está menor que a demanda, ocorre fila de espera. Nesse caso, a prioridade de atendimento é determinada pela classificação de risco do paciente.

 

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