Assaltante é morto ao trocar tiros com PMs durante arrastão na Zona Sul de Natal; três são presos

11/01/2019

Criminosos tentaram assaltar uma residência na manhã desta sexta-feira (11) no bairro Candelária.

Por G1 RN

 

Tentativa de assalto aconteceu na manhã desta sexta-feira (11) em Candelária, na Zona Sul de Natal — Foto: Marksuel Figueredo/Inter TV Cabugi

 

Tentativa de assalto aconteceu na manhã desta sexta-feira (11) em Candelária, na Zona Sul de Natal — Foto: Marksuel Figueredo/Inter TV Cabugi

Um assaltante morreu e outros três foram presos na manhã desta sexta-feira (11) durante uma troca de tiros com policiais militares no bairro Candelária, na Zona Sul de Natal. O confronto aconteceu quando os criminosos tentavam fugir após um arrastão em uma residência.

De acordo com o oficial de serviço do 5º Batalhão da PM, os criminosos ainda estavam dentro da casa quando as viaturas chegaram e cercaram o imóvel. Ao tentarem escapar pulando os muros de residências vizinhas, houve a troca de tiros e um dos bandidos acabou atingido.

“Ele ainda foi socorrido por uma das viaturas ao Pronto-Socorro Clóvis Sarinho, mas infelizmente não resistiu”, disse o tenente-coronel Eduardo Franco, da assessoria de comunicação da PM.

Com o assaltante baleado os policiais apreenderam uma espingarda calibre 12.

Comente

MPE ajuíza ações contra 36 candidatos após pleito de 2018 no RN

11/01/2019

Eleitos ainda podem ter seus diplomas cassados

Por Assessoria MPF-RN

 

 

O Ministério Público Eleitoral apresentou oito ações de investigação judicial eleitoral (Aijes) e cinco representações, no final de 2018, tendo como alvo 36 candidatos que concorreram no último pleito, no Rio Grande do Norte. As irregularidades apontadas pelo MP incluem desde utilização da máquina pública, até compra de votos e problemas com as prestações de conta. Em todos os casos foram pedidos a negação ou cassação do diploma dos eleitos e dos suplentes.

Dentre os alvos estão três dos candidatos ao governo do estado: Robinson Faria (PSD), a atual governadora Fátima Bezerra (PT) e o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), assim como dois candidatos a vice. A lista ainda inclui um concorrente ao Senado, cinco à Câmara Federal e 25 à Assembleia Legislativa, totalizando 16 diferentes legendas.

Robinson

Três Aijes e uma representação foram ajuizadas contra o ex-governador. A primeira ação aponta que ele ampliou irregularmente gastos em programas do governo e foi indevidamente beneficiado por publicidade institucional antes e durante a campanha. A ação também atinge seu candidato a vice, Tião Couto (PR); o prefeito de Santo Antônio, Josimar Custódio Ferreira, e mais quatro integrantes da antiga gestão estadual.

Os dois candidatos, bem como o prefeito e dois desses integrantes, também foram alvos de representação pela doação de ambulâncias em Santo Antônio, em pleno período eleitoral. Já na segunda Aije, Robinson e três integrantes de sua gestão foram denunciados por criarem o programa Fôlego Novo, em pleno ano eleitoral e sem qualquer previsão em lei ou ato administrativo. Os serviços (918 cirurgias de catarata, realizadas em municípios do interior entre maio e agosto) beneficiaram potenciais eleitores, escolhidos sem critérios objetivos e sem respeitar a fila do SUS. Recursos públicos foram repassados, mesmo não havendo contratos ou licitação.

A terceira Aije inclui, além do ex-governador, o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira (PSDB) e trata da concessão irregular de reajuste aos servidores daquela casa legislativa – acima do permitido pela legislação e em 3 de agosto, dias antes do início oficial da campanha. A ação trata também da participação de ambos, no fim de junho, da inauguração de leitos da UTI do Hospital Mariano Coelho, em Currais Novos, “muito embora o serviço não estivesse funcionando”.

Governadora

Fátima Bezerra e seu vice Antenor Roberto (PCdoB) foram alvo de uma representação que aponta o pagamento de R$ 1,9 milhão a uma empresa de comunicação (contratada para a campanha) e que foi criada apenas três dias antes do repasse da primeira parcela. O MP Eleitoral considerou que não há provas suficientes que justifiquem os gastos. Além disso, recursos destinados à promoção de candidaturas femininas (R$ 156 mil) foram irregularmente aplicados em campanhas de candidatos do sexo masculino.

Deputados

Uma das Aijes trata da forma ilegal com que 23 deputados estaduais se promoveram, a partir da doação de ambulâncias (85 ao todo) e de viaturas policias (50) adquiridas com recursos públicos da própria Assembleia Legislativa. O valor gasto, mais de R$ 13 milhões, veio de sobras do orçamento e os parlamentares definiram, inclusive, a destinação dos veículos, priorizando seus redutos eleitorais e propagando o fato em redes sociais e através de outros meios de comunicação, com objetivo de fazer crer que as doações eram frutos da “generosidade pessoal” de cada um.

Da lista fazem parte Ezequiel Ferreira, Albert Dickson (PROS), Carlos Augusto Maia (PCdoB, suplente), Cristiane Dantas (PPL), Fernando Mineiro (PT, suplente federal), George Soares (PR), Getúlio Rêgo (DEM), Gustavo Carvalho (PSDB), Gustavo Fernandes (PSDB, suplente), Hermano Morais (MDB), Jacó Jácome (PSD, suplente), José Adécio (não concorreu), José Dias (PSDB), Galeno Torquato (PSD), Larissa Rosado (PSDB, suplente), Luiz Antônio “Tomba” (PSDB), Manoel “Souza” Neto (PHS), Márcia Maia (PSDB, suplente), Nelter Queiroz (MDB), Raimundo Fernandes (PSDB), Ricardo Motta (PSB, suplente), Rudson “Dison” Lisboa (PSD, não eleito) e Vivaldo Costa (PSD).

Show e comício

Os eleitos Walter Alves (deputado federal, MDB) e Raimundo Fernandes (estadual) são alguns dos alvos da Aije que apontou a realização irregular de um showmício no Município de Patu. A ação também engloba o prefeito Rivelino Câmara; bem como o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo; o senador José Agripino (que obteve a suplência para deputado federal, DEM); e Antônio Jácome (candidato derrotado ao Senado, pelo Podemos).

Caso semelhante ocorreu em Jardim de Piranhas. Uma Aije incluindo Carlos Eduardo, Walter Alves e o deputado estadual eleito pelo Avante, Bernardo César, o “Dr Bernardo” (assim como o ex-prefeito da cidade, Antônio Soares “Macaco”), indica que os três primeiros participaram e se beneficiaram de um comício realizado uma semana antes do primeiro turno e no qual houve ampla distribuição de cerveja e churrasco para eleitores, caracterizando abuso de poder econômico e compra de votos.

Contas

Outra representação foi contra o deputado federal reeleito Fábio Faria (PSD) e aponta irregularidades na prestação de contas como descumprimento de prazo; várias doações recebidas de funcionários de uma mesma empresa (o que indica a prática de doação indireta por meio de pessoa jurídica); doações recebidas de pessoas desempregadas há mais de 120 dias; além de omissão e divergências nas informações prestadas.

Também eleito, mas neste caso para a Assembleia, Sandro Pimentel (PSOL) é outro deputado responde a uma representação do MP Eleitoral que aponta cinco irregularidades em sua prestação de contas: descumprimento de prazo; doações de pessoas físicas através de depósito em espécie (a legislação exige transferência bancária, para poder identificar melhor os doadores); doação não registrada; omissão de sobras de campanha; e divergências entre as informações relativas às despesas nas prestações de contas final e parcial.

O Ministério Público também ajuizou uma Aije contra Ezequiel Ferreira, Rogério Marinho (suplente de deputado federal, PSDB), e o prefeito e a secretária de Saúde de Angicos, Deusdete Gomes e Nataly da Cunha. Eles fizeram uso promocional da doação de uma ambulância ao município, em prol das candidaturas dos dois deputados. O veículo foi comprado com dinheiro público, da Assembleia Legislativa presidida por Ezequiel, e repassada ao governo do estado. Além disso, parte do combustível que abasteceu veículos de uma carreata de campanha em prol dos dois (realizada em 20 de setembro) foi pago com recursos públicos.

Rogério Marinho é alvo de outra ação, junto do prefeito de Carnaubais, Thiago Meira, e do deputado estadual reeleito, George Soares. Thiago realizou – em prédio público, com servidores convocados – reuniões antes e durante a campanha, para pedir apoio aos dois candidatos.

Suplentes

O vereador Abidene Salustiano (PSC), candidato a deputado estadual no último pleito, é alvo de uma Aije, junto com dois representantes da Fatex Cursos e Treinamentos. Eles são acusados de oferecer a quitação das dívidas de clientes em troca de votos para o político. A prática foi considerada, pelo MP Eleitoral, abuso de poder econômico e captação ilícita de sufrágio.

Já contra Nina Souza (PDT), o MP Eleitoral ingressou com uma representação apontando sete diferentes irregularidades em sua prestação de contas, desde gastos com empresa que havia sido fechada em fevereiro de 2018, disparidade nos valores de contratação de carros de som, até o pagamento ilegal de contrato de advocacia. Todas ações ainda tramitam na Justiça Eleitoral.

Comente

PM detém suspeito de tráfico de drogas no bairro da Rocas

11/01/2019

Ação aconteceu na noite desta quinta-feira (10)

 

DIVERSAS DROGAS FORAM APREENDIDAS COM O SUSPEITO - FOTO: PM/ASSECOM

 

Em Natal, a Polícia Militar apreendeu um homem suspeito de tráfico de drogas na noite desta quinta-feira (10). A ação aconteceu por volta das 19h40, na rua Pastor Clímaco Bueno Azza, no bairro das Rocas, na zona Leste da capital potiguar.

Eduardo Erik de Oliveira Silva, de 28 anos, portava 7 porções de maconha, 17 pedras pequenas e 5 maiores de crack, 55 porções pequenas e 3 maiores de cocaína, além de R$ 56, quando foi abordado por policiais da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicleta (Rocam).

O acusado, juntamente com o material apreendido, foi conduzido à Central de Flagrantes da Polícia Civil, noa bairro de Cidade da Esperança, na zona Oeste, para as providências cabíveis.

 

 

Comente

Mais 15 presos do Ceará transferidos para Mossoró

11/01/2019

Operação foi realizada na manhã desta sexta-feira (11)

Por Aécio Amado e Jonas Valente/Agência Brasil

 

 

Mais 15 presos do sistema penal do Ceará foram transferidos, na madrugada desta sexta-feira (11), para o Presídio Federal de Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte.

A operação, concluída às 6h30 da manhã, contou com a participação de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e de equipes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e do governo do estado.

Após a série de ataques no Ceará, a Força Nacional de Segurança Pública está fazendo o policiamento ostensivo nas ruas de Fortaleza, em apoio aos agentes de segurança do estado.

De acordo com o Ministério da Justiça, foram removidos até o momento 35 detentos. Na quarta-feira (9), 20 haviam sido levados para Mossoró. De lá, eles poderão ser distribuídos para outros presídios federais localizados em outros estados.

Novos ataques
A noite de ontem em Fortaleza foi de novos ataques. Uma bomba explodiu no viaduto da Rua Dr. Joaquim Bento, no trecho que passa pela Avenida Washington Soares, na região de Messejana.

Policiais militares e uma equipe do Corpo de Bombeiros estiveram no local. Eles verificaram que havia mais um artefato explosivo e isolaram o local até a chegada do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate).

Quase ao mesmo tempo, no viaduto localizado no Conjunto Esperança, a polícia encontrou explosivos que não chegaram a ser detonados.

Na atualização divulgada ontem (10), a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social contabiliza 287 suspeitos presos ou apreendidos em razão da onda de ataques no estado.

Os ataques, promovidos por facções criminosas, tiveram início na semana passada e deixaram em alerta todo o estado.

Prédios públicos, viadutos, estradas, ônibus e locais com veículos foram incendiados ou atingidos de alguma forma por grupos criminosos.

A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará disponibilizou o número 181, o Disque Denúncia do órgão, e um número de WhatsApp (98969-0182) para receber denúncias de atos criminosas ou atitudes suspeitas.

Fonte Portal Noar.

Comente

Em seis meses, companhia de água corta 3,3 mil ligações clandestinas no RN

10/01/2019

Fiscalizações focaram "gatos" de água e imóveis com débitos com a Caern. Cortes resultaram em retorno de R$ 915 mil, segundo estatal.

Por G1 RN

Ligações clandestinas foram flagradas por fiscalização (foto: aqruivo)  — Foto: Rodrigo Sargaço/EPTV

Ligações clandestinas foram flagradas por fiscalização (foto: aqruivo) — Foto: Rodrigo Sargaço/EPTV

 

De julho a dezembro do ano passado, a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) cortou mais de 3,3 mil ligações clandestinas de água no estado. De acordo com a empresa estatal, o resultado das fiscalizações gerou um retorno de R$ 915 mil e também causou melhora no abastecimento. Os dados foram divulgado nesta quinta-feira (10).

No total, foram executadas 3.335 ordens de serviço de corte de imóveis que estavam com débitos, além de ligações clandestinas, com impacto positivo na diminuição de perdas da empresa. As estatísticas dessa área consideram perdas físicas, como vazamentos, e as aparentes, que são as comerciais, as que deixam de ser pagas.

Segundo a chefe da unidade responsável pela fiscalização, Ana Karine Brito, ao todo foram realizados cinco ciclos de fiscalizações. Por causa do resultado, a empresa considerou que vai manter o trabalho ao longo de 2019.

O grupo de fiscalização realizou inspeções em Natal, Parnamirim, Macau, Caicó, Jardim de Piranhas, Tibau e Parelhas. As cidades foram escolhidas com o apoio dos coordenadores comerciais de cada unidade regional, que fizeram o levantamento daquelas com maior necessidade e demanda de trabalho.

"As ligações irregulares de água, conhecidas como 'gatos', afetam toda a coletividade. Além de ser crime, a água que não é faturada entra nas estatísticas de perdas e interfere na regularidade do abastecimento de uma região, tendo em vista que é uma água que está sendo desviada do real consumidor, ocasionando falta d'água a este e desperdícios por parte de quem está consumindo sem pagar a conta", considerou a Caern, em nota.

Ainda de acordo com a empresa, o cliente que tenha débitos com a companhia pode procurar qualquer unidade de atendimento da Companhia para negociar a quitação e garantir o fornecimento de maneira regular.

Comente

Governo do RN vai reavaliar privatizações e vendas de bens, diz secretário

10/01/2019

Chefe do Gabinete Civil afirma que nova gestão vai "investigar patrimônio público", antes de definir se mantém ou acrescenta projetos de venda de ativos do

Por Igor Jácome, G1 RN

Centro de Convenções de Natal foi um dos projetos que RN colocou a venda  — Foto: Governo do RN

 

Centro de Convenções de Natal foi um dos projetos que RN colocou a venda — Foto: Governo do RN

 

O Governo do Rio Grande do Norte vai reavaliar os projetos que prevêem privatização de empresas públicas e venda de imóveis do estado, segundo confirmou nesta quinta-feira (10) o secretário do Gabinete Civil, Raimundo Alves Júnior. De acordo com ele, além de analisar os projetos de lei enviados à Assembleia Legislativa pelo governo anterior, será feita uma "nova investigação" do patrimônio público estadual.

Um pacote com projetos de lei para venda de ativos do estado foi enviado pelo então governador Robinson Faria (PSD), à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, em janeiro de 2018. Eles faziam parte das medidas anunciadas por ele para tentar superar a crise financeira do estado. Entretanto, até hoje o Legislativo não aprovou as leis. Os projetos seguem com tramitação parada na Casa.

Os projetos foram listados no Mapa das Privatizações - um levantamento do G1 que apura projetos deste tipo em todos os estados e municípios do país. Além dos que aguardam análise do Legislativo, existe uma lei já aprovada de 2017, que permite venda de terrenos do estado. O primeiro foi colocado à venda em dezembro do ano passado, em leilão, pelo preço de R$ 3 milhões.

Com 10 dias de governo, a gestão de Fátima Bezerra (PT) considera que precisa analisar novamente os projetos. Raimundo Alves pondera, por exemplo, que o Executivo fez um alto investimento na reforma do Centro de Convenções da capital potiguar e que o ativo é "administrável".

O titular do Gabinete Civil de Fátima também considerou que "não vale a pena vender empresa falida", que teriam valor de mercado reduzido. Para ele, é preciso uma avaliação completa da situação dos bens estaduais.

De acordo com ele, o governo ainda não tem um prazo para determinar se os projetos atuais de venda e privatização serão mantidos, tirados de pauta, ou se outros serão acrescentados.

"Será feita uma avaliação de valor, de necessidade de caixa, mas também uma avaliação política", considerou. "O governo tem terrenos ainda em disputa judicial, como alguns do distrito industrial de Macaíba, que foram colocados à disposição das empresas e algumas delas não desenvolveram as atividades", acrescentou em seguida.

Raimundo Alves ainda descartou qualquer possibilidade de privatização da Companhia de Águas e Esgotos do Estado, a Caern. "Não existe discussão sobre isso", disse.

Projetos de privatização e venda analisados pelo governo

Ativos Fase
Centro de Convenções de Natal Aguarda tramitação de projeto na ALRN
Centro de Turismo Aguarda tramitação de projeto na ALRN
Potigás Aguarda tramitação de projeto na ALRN
Terreno da Central de Abastecimento de Natal (Ceasa) Aguarda tramitação de projeto na ALRN
Terreno do Departamento Estadual de Estradas de Rodagens (DER) Aguarda tramitação de projeto na ALRN
Terrenos com área total de 1,8 mil m² em Natal Com venda aprovada por lei de 2017, o primeiro terreno foi colocado à venda, em leilão, em dezembro do ano passado, por R$ 3 milhões.

Comente

PSD desiste de ação contra Sandro Pimentel na justiça eleitoral

10/01/2019

Quem também apresentou desistência foi o professor Robério Paulino (PSOL). Ministério Público Eleitoral acusa vereador de arrecadar e gastar ilicitamente r

 

Pimentel teve sua eleição para deputado estadual questionada pela justiça eleitoral.

 

O Partido Social Democrático (PSD) desistiu da ação contra o vereador Sandro Pimentel (PSOL). Mais cedo, quem também apresentou desistência foi o professor Robério Paulino (PSOL).

Pimentel teve sua eleição para deputado estadual questionada pela justiça eleitoral.

Os advogados do PSD e de Robério Paulinno encaminharam documentos à justiça eleitoral onde comunicam a desistência.

Pimentel é acusado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) de arrecadar e gastar ilicitamente recursos na sua campanha para a Assembleia Legislativa.

Na ação que motivou a suspensão da diplomação, o Ministério Público apontou cinco irregularidades nas contas de campanha de Sandro Pimentel. Fonte Agora RN.

Comente

Piso salarial para o magistério é reajustado em 4,17%

10/01/2019

Valor corresponde ao vencimento inicial dos profissionais do magistério público da educação básica

 

 

Desde o dia 1º, o piso salarial do magistério está em R$ 2.557,74, o que representa um aumento de 4,17%, segundo o Ministério da Educação MEC).

O valor corresponde ao vencimento inicial dos profissionais do magistério público da educação básica, com formação de nível médio, modalidade normal, jornada de 40 horas semanais.

De acordo com o MEC, esse formato para correção do piso salarial é utilizado desde o ano de 2010.

Comente

PM sofre tentativa de assalto e assaltante é morto no zona Norte de Natal

10/01/2019

Ao perceber que um dos bandidos apontou a arma para a mãe, o policial reagiu e atirou contra um deles

 

Militar estava saindo de casa para trabalhar acompanhado da mãe quando os suspeitos chegaram e anunciaram o assalto

Um policial militar sofreu tentativa de assalto na manhã desta quinta-feira, 10, no conjunto Parque das Dunas, na zona Norte de Natal. Na ação, ele reagiu e atirou contra os suspeitos. Um foi morto e outro conseguiu fugir, mas foi detido por outros policiais que estavam em patrulhamento na região.

O militar estava saindo de casa para trabalhar acompanhado da mãe quando os suspeitos chegaram e anunciaram o assalto. Ao perceber que um dos bandidos apontou a arma para a mãe, o policial reagiu e atirou contra um deles.

O tenente-coronel Eduardo Franco, da comunicação da PM, disse que “quando um dos bandidos apontou a arma para a cabeça da mãe do policial, ele reagiu e atirou”.

Ele complementou que com o bandido morto foi apreendida uma arma de fogo. O ladrão preso foi levado à delegacia para prestar depoimento e ficar detido. Fonte Agora RN.

Comente

Em seis anos de mandato, vereadora Eleika Bezerra renuncia quase R$ 1,5 milhão

10/01/2019

Números resultam da doação de salário da parlamentar e da economia de verba de gabinete

 

De acordo com números apresentados, nos seis primeiros anos, foram doados R$ 781.742,41 provenientes exclusivamente do seu salário para várias instituições de Natal

Desde o início do seu primeiro mandato como vereadora, a Professora Eleika Bezerra doa integralmente o seu salário de parlamentar, conforme compromissos registrados em cartórios durante as campanhas eleitorais de 2012 e 2016, quando foi reeleita.

Além disso, a vereadora também tem como uma de suas prioridades a economia da verba de gabinete (cota parlamentar) destinada ao seu gabinete, por entender que é preciso ter responsabilidade com o dinheiro público. Somando estes recursos não-utilizados pela parlamentar, a soma atinge quase R$ 1,5 milhão.

De acordo com os números apresentados pela vereadora Professora Eleika, nos seis primeiros anos, ou seja, de 2013 até 2018, foram doados R$ 781.742,41 provenientes exclusivamente do seu salário para várias instituições do município de Natal, principalmente, as ligadas às áreas da educação e do idoso.

“Entendemos que é preciso ter responsabilidade e zelo com o dinheiro público. Por isso, também temos como uma das nossas prioridades a economia da verba indenizatória. Destes recursos, foram economizados R$ 675.511,16, ou seja, mais de 50% do valor total disponibilizado para gastos com material de expediente, limpeza, consumo, telefones, combustíveis e serviços”, disse a vereadora detalhando que, durante este período de cinco anos, os valores disponíveis para a utilização da verba indenizatória foram de R$ 1,272 milhão, sendo que, deste montante, R$ 596.488,85 foi economizado.

Somando estes dois recursos não-utilizados pela vereadora, ou seja, a doação de salário e a economia da verba de gabinete – ou cota parlamentar, resulta no valor de R$ 1.457.253,57. O detalhamento destes valores – mês a mês – pode ser conferido no site www.professoraeleika.com.br na aba de prestações de contas.

Comente

Banco Mundial sugere medidas de contenção de gastos para o governo do RN

10/01/2019

Direção da instituição financeira terá uma reunião nesta sexta-feira, 11, com representantes da equipe econômica do governo potiguar

 

Sede do Banco Mundial, em Washington, nos Estados Unidos

O Banco Mundial sugeriu nesta quinta-feira, 10, que o Governo do Rio Grande do Norte adote medidas de redução de gastos e de controle da situação fiscal. A direção da instituição financeira terá uma reunião nesta sexta-feira, 11, com representantes da equipe econômica do governo potiguar.

De acordo com o Banco Mundial, com relação à situação fiscal, não há solução fácil para o Rio Grande do Norte, mas sem traçar medidas específicas. “O controle de gastos será inevitável, mas as medidas específicas têm que ser decididas pelo governo”, aponta a instituição, em nota enviada ao Agora RN.

O banco é responsável pelo empréstimo de mais de R$ 1 bilhão ao Governo do Rio Grande do Norte. O acordo financeiro foi aprovado em 2013, e os recursos são utilizados para estruturação do programa estadual “Governo Cidadão”. A iniciativa prevê o financiamento de obras e serviços para todo o território do norte-rio-grandense.

O encontro desta sexta-feira entre os integrantes do Banco Mundial e do Governo do Estado – representado por Aldemir Freire, secretário de Planejamento e Finanças, e por Carlos Eduardo Xavier, secretário de Tributação – terá como pauta principal a discussão do diagnóstico fiscal do Executivo potiguar. Além disso, também serão apreciadas as informações de ordem tributária, da previdência pública e de recursos humanos.

Ainda de acordo com o Banco Mundial, a decretação do estado de calamidade financeira, anunciado no último dia 2 de janeiro pela governadora Fátima Bezerra, não vai afetar o empréstimo bancário para o programa “Governo Cidadão”.

Em dezembro passado, o diretor da instituição financeira, Martin Raiser, visitou o Rio Grande do Norte. A entidade visitou investimentos realizados e analisou execução dos recursos do projeto, também se realizou reuniões com as equipes de transição, tendo em vista a continuidade da execução do projeto. Fonte Agora RN.

Comente

Ex-presidente do TRT-RN morre em Natal

10/01/2019

José Rêgo Júnior tinha 61 anos e sofreu um infarto fulminante

 

O desembargador José Rêgo Júnior sofreu um infarto fulminante na madrugada desta quinta-feira (10) e faleceu, em Natal. Ele tinha 61 anos e presidiu o Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) entre 2013-2015.

Bacharel em Direito pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Júnior Rêgo atuou como advogado em Mossoró. Indicado pelo Quinto Constitucional, representando a advocacia, foi nomeado desembargador do TRT-RN em 2009.

Atualmente, o desembargador presidia a Primeira Turma de Julgamentos. Júnior Rêgo deixa esposa, quatro filhas e duas netas. Ele será sepultado em Mossoró e seu corpo será velado na sede do TRT-RN em horário ainda não definido pela família. Fonte Portal Noar.

Comente

Servidores da Saúde paralisam atividades no Walfredo Gurgel

10/01/2019

Servidores cobram salários atrasados; apenas urgências serão atendidas

 

Desde o início da manhã desta quinta-feira (10) servidores da Saúde realizam um “apagão” no Hospital Walfredo Gurgel. Com salários atrasados e sem aceitar a proposta do Governo, a categoria suspendeu os atendimentos no principal hospital do estado.

Segundo os funcionários, apenas casos de emergência estão sendo atendidos. Durante a tarde, uma assembleia vai definir se a proposta do Governo, acertada com o Fórum dos Servidores nessa quarta-feira (9), também será aceita pela categoria. Fonte Portal Noar.

Comente

Justiça libera antecipação dos royalties pelo Governo do RN

10/01/2019

Decisão foi comunicada ao Banco do Brasil, que vai operar cessão do crédito

 

O desembargador Expedito Ferreira, do Tribunal de Justiça do RN, liberou a antecipação dos royalties para o Governo do RN. Uma decisão liminar da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal havia determinado que o Estado se privasse de realizar qualquer operação que importe na cessão de créditos de royalties da exploração de petróleo e gás em 2019.

“É flagrante o imediato impacto econômico e administrativo que os efeitos da decisão em comento traz ao Estado do Rio Grande do Norte, o qual, no atual juízo político-administrativo precisa ser sopesado, sem prejuízo de ulteriores providências a serem tomadas no âmbito jurisdicional, pautadas num juízo definitivo de mérito, após o devido trânsito em julgado, sobretudo considerando que o atual pedido traduz uma intenção de primeiro mandato do Governo Estadual, o que, a princípio, encontra respaldo na Lei de Responsabilidade Fiscal”, diz trecho da decisão do magistrado, datada do dia 3 de janeiro.

Novo mandato

O Estado do RN realizou o pedido de reconsideração sob o argumento da existência de fato novo: o encerramento do último ano do mandato do ex-governador Robinson Faria, ocorrido no dia 31 de dezembro. Assim, segundo o argumento estatal, a operação autorizada pela Lei Estadual nº 10.371/2018 não mais ocorrerá em último ano de mandato, mas sim no primeiro ano de mandato da atual governadora Fátima Bezerra, destinando-se a ceder créditos referentes ao próprio exercício. Ponderou que, com isso, ficam afastadas as vedações que baseavam as decisões anteriores proferidas no processo.

O ente estatal defendeu, nesse novo contexto, que fosse garantido o direito de realizar a operação de cessão de receitas decorrentes de royalties e participações especiais, da forma autorizada pela Lei Estadual nº 10.371/2018, com a devida comunicação ao Banco do Brasil, instituição financeira na qual se pretende operar a cessão do crédito.

Decisão

Ao analisar o caso, o desembargador Expedito Ferreira aponta que o pedido de suspensão da liminar, neste instante, afasta a premissa da Lei de Responsabilidade Fiscal que obstava a concessão do pleito. O magistrado observou que o novo pedido ocorre “já no primeiro ano de mandato do atual Governo do Estado, assumindo este novo Governo, com isso, a responsabilidade em antecipar referidos créditos, dentro de um planejamento, articulado com outras medidas, possível de minimizar a grave crise financeira que assola o Estado, máxime a questão afeta ao previdenciário”.

O julgador analisou que a decisão da primeira instância é baseada no argumento de que a Lei nº 10.371/2018 estaria em afronta ao disposto no artigo 167, III, da Constituição Federal e violaria o artigo 35 da Lei de Responsabilidade Fiscal, afirmando a impossibilidade de concessão de empréstimos, inclusive por antecipação de royalties, pelos Governos Federal e Estaduais e suas instituições financeiras, para pagamento de despesas com pessoal ativo, inativo e pensionista, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e que, além disso, o Estado não teria como utilizar referida verba para capitalização de fundo previdenciário, considerando sua extinção.

“Esse entendimento, concretamente, obsta a captação pelo Estado do Rio Grande do Norte do valor estimado em R$ 162 milhões, receita que, conforme se pontua, inicialmente, no Pedido de Suspensão em análise, se destinaria à capitalização do Fundo de Previdência do Rio Grande do Norte (FUNFIR), amenizando o crescente previdenciário, o qual déficit aponta na ordem de R$ 106.000.000 (cento e seis milhões) de saldo negativo”, observa Expedito Ferreira.

Para o então desembargador presidente do TJRN, a manutenção dessa situação impede que os recursos do Tesouro sejam utilizados para adimplemento das despesas básicas necessárias ao funcionamento do Estado, tais como pagamento dos salários dos servidores ativos, pagamento das despesas de custeio (aluguel, energia, água, material de expediente), manutenção dos hospitais, escolas, presídios, prédios e demais bens públicos, repasses duodecimais, entre outras.

O desembargador entendeu “evidenciado o risco de grave lesão à ordem econômica e ordem pública hábil a sustentar o pedido de suspensão formulado”, uma vez que não haveria mais obstáculo pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Fonte Portal noar.

 

Comente

Governo vai fechar estatais de ferrovias e chips de boi; 1.177 serão demitidos

09/01/2019

Valec e Ceitec são dependentes do Tesouro e não geram receitas suficientes para pagar suas despesas de pessoal e custeio; 1.177 empregados serão demitidos

 

Valec cuida de ferrovias e teve ex-diretores envolvidos em desvios em obras

 

 

 

O governo deve fechar as portas até março das estatais Valec (que cuida de ferrovias e teve ex-diretores envolvidos em desvios em obras) e Ceitec (que produz chip para gado). As duas empresas são dependentes do Tesouro Nacional. Isso significa que elas não geram receitas suficientes para pagar suas despesas de pessoal e custeio. Todos os 1.177 empregados serão demitidos, e os ativos das empresas serão vendidos para pagar dívidas, segundo apurou o Estadão.

A chamada liquidação deve ser aprovada pelo conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), colegiado formado por ministérios e bancos públicos, além da Presidência da República. A reunião que deve sacramentar a decisão será realizada em fevereiro.

Embora tenham entrado nas empresas por meio de concurso público, os empregados serão demitidos, pois, com a liquidação, as atividades das estatais serão encerradas. A opção pela liquidação ocorre porque não há interesse do mercado em comprar essas companhias, o que inviabiliza uma tentativa de privatização.

A intenção do governo Jair Bolsonaro é privatizar as ferrovias, o que retiraria as funções da Valec. Parte de suas funções poderia ser assumida pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). No caso da Ceitec, o governo não tem mais interesse em atuar na área.

A Valec é uma empresa pública vinculada ao extinto Ministério dos Transportes e foi reativada em 2008, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A estatal atua na construção e exploração da infraestrutura ferroviária, como a Norte-Sul e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). A Valec também detém participações na sociedade da Transnordestina, com a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

Desde que voltou a operar, a Valec foi alvo constante de investigações sobre irregularidades em obras e denúncias que chegaram a levar um de seus presidentes à prisão.

A Valec tem hoje um patrimônio líquido positivo de R$ 11,9 bilhões. A empresa consumiu R$ 259 milhões em recursos do Tesouro Nacional em 2017, um grau de dependência de 99% e recebeu R$ 652,1 milhões em Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (AFAC). O prejuízo em 2017 foi de R$ 947,4 milhões, ante um resultado negativo de R$ 1,541 bilhão em 2016. A empresa tem 983 empregados, com salário médio é de R$ 9,5 mil mensais.

Ceitec

Também criada em 2008 pelo ex-presidente Lula, a Ceitec é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A empresa atua na área de dispositivos microeletrônicos e fabrica chips para identificação e rastreamento de produtos, medicamentos e animais.

A fábrica da Ceitec em Porto Alegre (RS) tem 194 empregados, com salário médio de R$ 8,6 mil. A empresa recebeu subvenção do Tesouro Nacional de R$ 75 milhões em 2017, além e um Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (AFAC) de R$ 1,232 milhão. O grau de dependência de recursos do Tesouro é de 94%, e o patrimônio líquido da empresa é de R$ 105 milhões.

Outra empresa que está nos planos de liquidação do governo é a Infraero, estatal responsável pela gestão de 55 aeroportos do País, incluindo Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ). A empresa também é sócia minoritária nos aeroportos privados de Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Brasília (DF). Neste caso, porém, é preciso antes vender os aeroportos, para só depois encerrar as atividades da empresa, o que deve demandar mais tempo.

Comente

CGU dá prazo até março para órgãos federais criarem programas anticorrupção

09/01/2019

Em abril de 2018, a regulamentação da Controladoria definiu diretrizes, etapas e prazos para a criação de programas de integridade em 195 órgãos

 

Fachada da Controladoria Geral da União

 

Cerca de 100 órgãos e entidades federais deverão constituir seus respectivos planos de integridade nos próximos três meses. A medida foi divulgada pela Controladoria-Geral da União (CGU), por meio da Portaria nº 57/2019, que altera o normativo de regulamentação dos Programas de Integridade do Governo Federal, instituído pela Portaria nº 1.089/2018.

A reedição do normativo tem como objetivo “reforçar a agenda anticorrupção, alcançando a nova estrutura da Administração Pública Federal” – criação e fusão de ministérios e demais órgãos/entidades.

Em abril de 2018, a regulamentação da Controladoria definiu diretrizes, etapas e prazos para a criação de programas de integridade em 195 órgãos e entidades do Governo Federal, a exemplo de ministérios, autarquias e fundações públicas.

Os programas devem reunir mecanismos para prevenir, detectar, remediar e punir fraudes e atos de corrupção, adaptados aos riscos operacionais de cada instituição. “Dessa forma, órgãos que possuem mais canais de relacionamento com o setor privado, por exemplo, precisam desenvolver medidas robustas”, diz a Controladoria.

O objetivo é auxiliar na construção de planos efetivos e específicos para a realidade de cada órgão ou entidade, buscando uma mudança de cultura no setor público.

O novo normativo, assim como o anterior, estabelece três fases e procedimentos obrigatórios para estruturação, execução e monitoramento. Além de trazer os novos prazos para implementação, também atualiza os conceitos de riscos e de programa de integridade. O número total de órgãos abrangidos ainda pode sofrer alterações em virtude das recentes mudanças da reforma administrativa.

Fases

A primeira fase da regulamentação, que determina a implementação de unidades específicas para a gestão da integridade, foi cumprida inicialmente por cerca de 130 órgãos federais (67% de 195).

As instituições restantes terão o prazo de 15 dias (até 21 de janeiro) para designar o setor responsável.

Na segunda fase, os órgãos e as entidades deverão aprovar os próprios planos de integridade, contendo características da instituição, levantamento de riscos e medidas de tratamento, além da forma de monitoramento e atualização periódica.

O prazo inicial, encerrado em 30 de novembro de 2018, foi cumprido por 91 órgãos (47%). Os demais órgãos terão agora até o dia 29 de março para aprovação final dos planos.

É nesta segunda fase que os órgãos e entidades precisam também estabelecer ou fortalecer unidades como comissão de ética, ouvidoria e corregedoria, responsáveis respectivamente pelo recebimento e tratamento de denúncias, promoção de regras de conduta; e implementação de processos de responsabilização.

Segundo a Controladoria, “é preciso designar áreas responsáveis pelo tratamento de conflitos de interesse e nepotismo; promoção da transparência e do acesso à informação; e funcionamento do controle interno”.

A terceira e última fase é a que define a forma de monitoramento de todo o programa de integridade nos órgãos e entidades federais, com base nas medidas definidas em cada plano.

As instituições deverão ainda buscar expandir o alcance do programa de integridade para as políticas públicas por eles implementadas e monitoradas, bem como para fornecedores e outras organizações públicas ou privadas com as quais mantenha relação

A Controladoria informou que vai monitorar o andamento das fases e dos prazos concedidos aos órgãos e entidades federais, “prestando também orientação”.

Todos os materiais e aulas estão disponibilizados na área “”Capacitações”” da seção específica no site da CGU.

Os resultados serão publicados periodicamente no Painel Integridade Pública.

Comente

PMs aceitam receber dia 16, mas exigem que folha de dezembro entre primeiro

09/01/2019

Caso Executivo não aceite pagar aos agentes de segurança primeiramente a folha de dezembro de 2018, uma nova assembleia da categoria acontecerá nesta quinta-

 

Assembleia dos policiais e bombeiros militares

 

Os bombeiros e policiais militares do Rio Grande do Norte decidiram, em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira, 9, acatar em partes a nova proposta do Governo do Estado para pagar os salários da categoria. O secretário-chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves, deverá ser notificado do resultado da assembleia nesta tarde.

A gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) propôs aos agentes de segurança creditar a folha de janeiro deste ano no próximo dia 16, de forma antecipada. Na assembleia, os militares até concordaram em receber nessa data, desde que o Governo obedeça à ordem cronológica dos débitos existentes – iniciando, portanto, com o depósito da folha de dezembro de 2018, não de janeiro de 2019.

De acordo com o subtenente da Polícia Militar Eliabe Marques, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais Militares e Bombeiros Militares, a categoria reiterou ainda que não aceita a proposta de parcelamento proposta anteriormente pelo governo.

A proposta anterior era creditar 30% da folha nesta quinta-feira, 10, e pagar o restante até o último dia útil do mês. O parcelamento – que segue válido para as demais categorias, uma vez que o pagamento integral no dia 16 só valeria para os servidores da segurança – não agradou o funcionalismo, que, representado por sindicatos, agendou paralisações.

Quanto aos salários que ainda não foram pagos – no caso da segurança, a folha de dezembro e o 13° salário de 2018 –, o Governo propõe quitar o débito com receitas extraordinárias. O objetivo da gestão que assumiu no dia 1° de janeiro é contratar um empréstimo de cerca de R$ 500 milhões, dando como garantia royalties da produção mineral a serem arrecadados pelo Estado nos próximos quatro anos.

Caso o Governo do Estado não aceite pagar aos agentes de segurança primeiramente a folha de dezembro de 2018, uma nova assembleia da categoria acontecerá nesta quinta-feira, 10, às 10h, para deliberar sobre o assunto. Na sexta-feira, 11, será a vez de os policiais civis se reunirem para analisar a questão. Agora RN.

 

Comente

Fátima trata de antecipação de royalties com Banco do Brasil

09/01/2019

Desdobramento deve ocorrer nesta quinta em viagem à Brasília

 

A governadora Fátima Bezerra recebeu na manhã desta quarta-feira (9), o novo Superintendente do Banco do Brasil no Rio Grande do Norte, Antônio Carlos Servo, para tratar da operação de crédito para antecipação dos recursos dos royalties do petróleo, renegociação da operacionalização da folha de pagamento dos servidores e a regularização dos débitos referentes aos consignados. Estas medidas são consideradas prioridades pela chefe do Executivo estadual.

O desdobramento desta reunião acontecerá na próxima sexta-feira (11), em Brasília, onde a governadora e o secretário de Planejamento e Finanças (SEPLAN), Aldemir Freire, estarão reunidos com a diretoria do Banco do Brasil.

“O nosso Governo está concentrado no drama provocado pelo atraso nos salários dos servidores públicos. Estamos trabalhando incansavelmente para que, com o apoio do Banco do Brasil, possamos dar celeridade a este processo, além de garantir receitas extras, e, o quanto antes, darmos fim a esta triste realidade”, ressaltou a governadora.

Aldemir Freire destacou que o compromisso da gestão é não reter o repasse dos empréstimos consignados, como ocorreu na gestão anterior. “Estamos em negociação sobre a retomada dos consignados para os servidores. O Estado tem uma dívida grande com o banco, mas a proposta é que ao firmarmos um acordo para manter os repasses em dia, em contrapartida o banco volte a liberar empréstimos aos servidores”, explica.

O superintendente do Banco do Brasil disse que “Estamos junto com o Governo buscando alternativas para estruturar a operação de crédito, com celeridade. Estaremos em Brasília junto a área econômica do Governo Federal trabalhando para efetivar estas medidas”.Fonte Portal Noar.

Comente

Servidores da saúde fazem nesta quinta ??apagão?? no Walfredo

09/01/2019

Paralisação foi aprovada em assembleia da categoria

 

Os servidores da saúde farão ‘apagão’ de 24h no Hospital Walfredo Gurgel, nesta quinta-feira, 10, a partir das 6h. No mesmo dia, às 14h, haverá também uma assembleia com indicativo de greve para o dia 15 de janeiro. A paralisação foi aprovada em assembleia na última sexta-feira, 4.

O governo deve ainda o restante do pagamento do 13º salário de 2017 para quem ganha acima de 5 mil reais. Deve também o 13º de 2018 e a folha de dezembro para todos os servidores. Totalizando, uma dívida de quase 1 bilhão de reais.

No caso dos servidores da saúde, essa situação se agrava pela precariedade nas condições estruturais de trabalho. Faltam medicamentos, leitos de terapia intensiva, equipamentos de proteção individual, por exemplo. Além disso, de acordo com o Sindicato dos Servidores em Saúde (Sindsaúde), alguns servidores estão sem dinheiro do transporte para ir ao trabalho.

“A situação está muito crítica, não só pra mim, mas para outros servidores. Ontem mesmo a minha colega me ligou chorando dizendo que não tem dinheiro para ir trabalhar e nem pra comprar comida em casa. Graças a Deus eu tenho comida, mas, por exemplo, minha filha começa a estudar dia 4 e eu ainda não fiz a matrícula dela, e minha luz está prestes a ser cortada”, disse Cristina Viana, servidora do Hemonorte.

Em reunião na segunda-feira (7) com representantes do Fórum Estadual de Servidores, o Governo anunciou que irá parcelar os salários de janeiro, pagando 30% até dia 10 e 70% no final do mês, proposta rejeitada pelos servidores. Para Manoel Egídio, coordenador-geral do Sindsaúde, essa proposta é inaceitável. “A governadora Fátima Bezerra (PT) fez uma proposta inaceitável aos servidores do estado. Parcelar os salários de janeiro e de fevereiro desse ano. Isso é inadmissível! Ela não fez nenhuma proposta com relação aos atrasados que o governo Robinson deixou aos servidores.” Fonte Portal Noar.

Comente

Corte da Caixa deixa metade dos times da série A sem patrocínio. Vejam quanto cada um recebia

09/01/2019

sem Patrocínio

 

Os 25 clubes que tiveram contrato de patrocínio com a Caixa Econômica Federal em 2018 receberam um aviso no final do ano passado. O banco não renovaria os acordos em 2019.

Por isso os dirigentes não ficaram surpresos com a afirmação do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que o dinheiro da instituição estatal pode ser melhor aplicado.

“Às vezes, é possível fazer coisas 100 vezes melhores com menos recursos do que gastar com publicidade em times de futebol”, disse Guedes nesta segunda-feira (7), durante a posse do novo presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Cartolas dos clubes das Séries A e B do país estão divididos. Todos gostariam de continuar com o banco, mas existem os alarmados com a provável perda de receita e os que não perdem o sono.

“A Caixa nos informou que não vai continuar. O que nos pagaram não foi um valor fora da realidade. Se tirar os impostos, são R$ 100 mil mensais. O ministro pode ficar tranquilo que a Caixa não vai quebrar por causa do CSA”,  disse Rafael Tenório, presidente do clube alagoano.

“Preocupa [a saída] porque fazemos planejamento com isso. O patrocínio é bom para o banco”, opina Marcelo Paz, presidente do Fortaleza.

A instituição estatal injetou no futebol R$ 191,7 milhões em 2018, segundo levantamento feito pelo Diário Oficial. Os dados incluem, além dos clubes, patrocínios para os torneios estaduais no Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe, Copa Nordeste e Copa Verde.

Dos times que ficaram sem verba da Caixa no ano passado, somente tinham patrocínio principal fixo Chapecoense, PalmeirasSão Paulo, Grêmio e Inter (os dois últimos de banco do governo do Rio Grande do Sul). Corinthians, Fluminense e Vasco tiveram anunciantes pontuais.

“A Caixa não entrou para fazer negócio, foi um assistencialismo do governo. Tanto que não há divulgação positiva para o banco, como um estudo que vendeu mais para torcedores do time X. Como não teve essa visão, o novo governo quer demonstrar austeridade”, diz Ivan Martinho, professor de marketing esportivo pela ESPM em São Paulo.

Nem todos os clubes concordam com essa visão de que a o banco estatal não teve retorno com os patrocínios.

“O Repucom [métrica que determina a aparição dos patrocínios de futebol na mídia] mostra que houve imagem positiva para a Caixa. Acho que o ministro Paulo Guedes está coberto de razão. Mas na hora que o presidente da Caixa disser que o patrocínio foi bom para o banco, essa ideia pode ser revista com valores diferenciados”, afirma Marcelo Almeida, presidente do Goiás.

Segundo o dirigente “é preciso haver uma democratização na distribuição do dinheiro”. O Goiás recebe R$ 4 milhões e Flamengo, R$ 32 milhões. “É dinheiro demais [para o time do Rio]”, se queixa.

Considerado o faturamento de R$ 595 milhões do Flamengo em 2017 (segundo estudo do Itaú BBA), os R$ 32 milhões da Caixa representam 5,4% da receita anual. Menos do que o Ceará, que tem nos R$ 6,7 milhões pagos pelo banco 24,8% da arrecadação anual.

Há quem veja incompetência em angariar investidores. Nas décadas de 1980 e 1990, multinacionais como a Coca Cola e, nos anos 2000 montadoras de carros disputavam as camisas. Hoje as equipes recorrem a empresas menores.

“Você não vê um grande banco, a grande montadora em um clube brasileiro, como estão nas camisas dos europeus. Eles preferem anunciar nos principais veículos de comunicação, na TV aberta e por assinatura, na internet”, afirma Martinho, da ESPM.

Globo vendeu seis cotas no valor de R$ 310 milhões cada para o futebol em 2019. O pacote inclui a Copa América. A emissora renovou com Ambev, GM, Hypermarcas, Itaú e Vivo. A varejista Casas Bahia entrou no lugar da Unilever.

Sem as grandes marcas, os clubes dividem o espaço no uniforme e tentam lucrar no atacado. Prática antes restrita aos times do interior, o fatiamento dos uniformes, com publicidade nos ombros, costas, numeração, traseira e frente do calção e meia, é feito pelas equipes da Série A.

Empresas menores conseguem comprar um dos espaços nos uniformes. É o caso da marca de bebidas Poty, do interior paulista, que trocou o calção do São Paulo, em 2018, pelo do Corinthians, em 2019, por R$ 2 milhões. Ou a Kodillar, que por R$ 600 mil anuais, estará na meia do Santos.

“Se você tem milhões para investir, estar na TV é importante. Caso contrário, as empresas vão para o marketing de guerrilha. Uma inserção no horário nobre da Globo custa entre R$ 300 mil e R$ 350 mil, duas inserções dessa podem tomar todo um investimento que seria possível fazer em um clube por um ano”, afirma  Fábio Wolff, diretor da Wolff, que intermediou o acordo entre o Corinthians e Poty.

“Algumas empresas passam a ver o futebol, como possibilidade. Não são líderes em seu segmento, mas almejam um dia ser”, completa.

Há clubes que já começaram a se preparar no final do ano passado para a vida pós-Caixa. O presidente do Cruzeiro, Wagner Pires, afirma que os contratos de patrocínio para o uniforme da equipe em 2019 estão quase completos.

A situação é mais complicada para Botafogo e Santos, grandes da Série A que não têm patrocínio master para substituir o banco estatal.

“Temos de respeitar a política da empresa. Se não continuar patrocínio para ninguém, tudo bem. Mas se acabar para alguns e continuar para outros, aí vou ficar indignado”, afirma Robinson de Castro, presidente do Ceará.

Procurada pela Folha, a assessoria da Caixa disse que os contratos vigentes ou encerrados estão em reavaliação.

FOLHAPRESS

Comente