João Doria e Eduardo Leite são principais expoentes da disputa interna - 21/11/2021

PSDB escolhe em prévia neste domingo seu candidato à Presidência da República

Psdb escolhe em prévia neste domingo seu candidato à presidência da república

oão Doria e Eduardo Leite. Foto: Reprodução

 

O PSDB chega rachado às prévias deste domingo (21) para a escolha do candidato tucano que disputará a eleição para Presidência da República em 2022. Há três nomes na jogada, o do ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio e o dos governadores de São Paulo e do Rio Grande do Sul, João Doria e Eduardo Leite, respectivamente. Os governadores são os principais expoentes da disputa interna. 

Embora os dois lados projetem vitória, a briga está acirrada o suficiente para que nenhum deles afirme ter a garantia do resultado. Isso porque, como integrantes do mesmo partido, Leite e Doria apresentam semelhanças na administração de seus respectivos estados, mas se diferem no estilo político. 

Um é tratado por aliados como “pacificador e agregador”, que pode unir esforços mais facilmente para viabilizar uma alternativa de centro e acabar com a “polarização”. O outro, como “disruptivo e claro em suas posições”, que pode reproduzir políticas adotadas no maior estado do país para o Brasil inteiro e mudar o estilo de gestão. 

A campanha de Doria tem sido focada em destacar seus feitos como governador de São Paulo, em especial no que se refere a crescimento econômico, educação e, principalmente, à compra da vacina Coronavac. 

“João vacinador, João trabalhador”, diz o jingle do pré-candidato. Em seus discursos e debates, o paulista diz querer levar o trabalho feito em São Paulo para todo o país, e não economiza em críticas diretas a opositores, como o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Lula (PT). 

Leite, por sua vez, também exalta seus feitos como governador do Rio Grande do Sul, como a reestruturação das contas públicas e os programas sociais. “Tá chegando a novidade que vem do Sul do país, um cara sério e diferente”, ouve-se em seu jingle. 

 

O gaúcho, porém, evita fazer críticas diretas a Lula e Bolsonaro, costuma falar em “olhar para o que o país pode ser”, em vez de olhar para o que ele vem sendo ou já foi. E prega a união: diz que não quer ser um terceiro polo de radicalização, quer ser a “melhor via”. 

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01