Boletim divulgado nesta sexta-feira diz que eventos poderiam intensificar a transmissão do coronavírus e resultariam em nova onda da pandemia. - 05/12/2021

Comitê Científico recomenda proibir réveillon e carnaval nos estados do Nordeste

 

G1

Comitê científico recomenda proibir réveillon e carnaval nos estados do nordeste

Comitê Científico do Consórcio Nordeste recomenda a proibição de festas de réveillon e do Carnaval — Foto: Max Haack/Ag Haack

O Comitê Científico do Consórcio Nordeste, que reúne os nove estados da região, divulgou um boletim, nesta sexta-feira (3), recomendando a proibição de festas de réveillon e do Carnaval nos estados da região por conta da nova variante da Covid, a ômicron. O Brasil já tem pelo menos três casos identificados dessa nova mutação do coronavírus. 

O documento ainda demonstra preocupação com surgimento de outras novas variantes. A partir dos índices de vacinação completa da população do Brasil, o boletim aponta recomendações aos governadores e gestores municipais da região diante dos cenário nacional e global. De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados na quinta-feira (2), o país tem mais de 63% da população totalmente imunizada. 

Entre as indicações, estão o cancelamento das festividades de final do ano e do Carnaval, que possam gerar aglomerações. Para a entidade, essas festas intensificariam a transmissão do coronavírus e resultariam em nova onda da pandemia. 

Além disso, o Comitê Científico do Consórcio Nordeste pede que os governantes da região intensifiquem a vacinação para alcançar, o mais rápido possível, uma maior parcela da população com vacinação completa. 

O comitê ainda recomenda uma busca ativa das pessoas que ainda não receberam a segunda dose. Para isso, o comitê faz sugestões como o uso dos agentes comunitários e ampliação dos locais de vacinação nas cidades em locais de grande circulação de pessoas. 

O comitê ainda recomenda a aplicação da vacina nas escolas, para atingir a maior cobertura de vacinação com a primeira e a segunda dose nos adolescentes. E sugere ainda o uso de viaturas como o carro da vacina, em analogia com o “carro do ovo” nas cidades, em que se utiliza serviço de som, como já é feito em alguns locais do país. 

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Comentários

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em 01/01/1970 - 12:01