Sesap informou que medicamento é de responsabilidade do Ministério da Saúde e que 'a pasta sinalizou que encontra-se em fase final de contratação, porém sem pre - 28/06/2022

Falta de medicamentos na rede pública afeta pacientes psiquiátricos no RN

Por Inter TV Cabugi                                                                                                                                       Unidade Central de Agentes Terapêuticos do RN (Unicat-RN) — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi                                                                  Unidade Central de Agentes Terapêuticos do RN (Unicat-RN) — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi                     A falta de alguns medicamentos na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) está afetando o tratamento de pacientes psiquiátricos desde o mês de maio no Rio Grande do Norte. 

Os medicamentos são: Quetiapina de 200 mg que acabou no início de maio, segundo a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), e a Quetiapina de 100 e 25 mg, que acabaram no dia 10 de junho. 

Em nota, a Sesap informou que o medicamento "é de responsabilidade do Ministério da Saúde" e que "a pasta sinalizou que encontra-se em fase final de contratação, porém sem previsão de envio". 

Enquanto os medicamentos não chegam, os pacientes que precisam deles passam por dificuldades para conseguir manter o tratamento.  Medicamentos estão em falta e têm atrapalhado tratamento de pacientes no RN — Foto: Reprodução/Inter TV CabugiMedicamentos estão em falta e têm atrapalhado tratamento de pacientes no RN — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi É o caso da técnica de enfermagem Mauricélia da Silva, de 54 anos. Afastada do trabalho desde que foi diagnosticada com esquizofrenia, depressão e bipolaridade, ela recebe o benefício de prestação continuada e está com orçamento apertado. 

Ela toma a Quetiapina de 200 mg, que não tem na rede pública desde maio. Uma caixa do medicamento com 30 comprimidos custa em média R$ 210. 

"O salário de um BPC (Benefício de prestação continuada) é um salário mínimo. Então, se eu comprar eu realmente não vou comer. E não dá nem para comprrar um terço das caixas", lamentou Mauricélia. 

Atualmente, cerca de 3 mil pacientes recebem o medicamento no estado distribuído pela Unicat, através do SUS. 

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01