
Exames deverão determinar causa da morte de mulher, que tinha 82 anos. Segundo a polícia, agricultor percorreu cerca de cinco quilômetros até chegar ao cemitéri - 22/07/2022
Corpo de idosa levado em carro de mão ao cemitério pelo filho é recolhido para passar por exames no RN
Por Igor Jácome, g1 RN
Corpo de idosa coberto por pano e plástico ao lado do muro do cemitério de Vera Cruz, RN — Foto: Cedida O corpo de uma idosa que foi transportado pelo próprio filho em um carro de mão, por cerca de 5 quilômetros, até o cemitério de Vera Cruz, na região do Agreste potiguar, foi recolhido por uma funerária no início da tarde desta quinta-feira (21), por volta das 12h30.
Segundo a Guarda Municipal de Vera Cruz, o corpo foi levado para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), em Natal, para passar por exames, que deverão definir a causa da morte da senhora de 82 anos.
Após os procedimentos, a mulher deverá ser sepultada em Monte Alegre, município onde a família mora. A polícia acredita que o filho tomou a atitude de levar o corpo da mãe no carro de mão até o cemitério por falta de orientação sobre o que fazer após o falecimento.
O fato chamou a atenção da população de Vera Cruz, que acionou a polícia ao cemitério por volta das 7h desta quinta-feira (21).
À guarda municipal, o homem disse que sua mãe de 82 anos faleceu na tarde de quarta-feira (20), por volta das 14h, no distrito de Olho D'água, que fica na zona rural de Monte Alegre.
Ele, então, decidiu levar o corpo no carro de mão para ser sepultado no cemitério do município vizinho, de Vera Cruz. Segundo ele, um rio cheio impedia a passagem para a cidade de Monte Alegre.
A mulher foi identificada como Antonia Alves da Silva, de 82 anos.
Segundo o guarda Diangelo de Lima, que conversou com o homem, o agricultor tem cerca de 55 anos. Ele ainda disse ao servidor que a idosa enfrentava algumas doenças e tinha uma ferida que pode ter infeccionado.
Segundo o major Carlos Alberto da Silva, comandante da 8ª Companhia Independente da PM em São José de Mipibu, não há suspeita de morte violenta.
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disse:
em 01/01/1970 - 12:01
