Amazonas e Tocantins deram maioria de votos para Bolsonaro em 2018. Agora, Lula lidera nos dois estados - 27/08/2022

Lula “recupera” 2 dos 18 estados onde Haddad perdeu, mas segue atrás de Bolsonaro em 9 UFs

lula e bolsonaro                                                          No primeiro turno das eleições de 2018, o preposto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fernando Haddad, teve mais votos que Jair Bolsonaro (então no PSL, hoje no PL) em nove estados, todos eles das regiões Norte e Nordeste. Bolsonaro superou os adversários em outros 17; e Ciro Gomes (PDT), em um: seu berço eleitoral, o Ceará. No primeiro turno das eleições de 2018, o preposto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fernando Haddad, teve mais votos que Jair Bolsonaro (então no PSL, hoje no PL) em nove estados, todos eles das regiões Norte e Nordeste. Bolsonaro superou os adversários em outros 17; e Ciro Gomes (PDT), em um: seu berço eleitoral, o Ceará. Há um empate técnico entre os dois líderes nos levantamentos em cinco estados: Amapá, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Em 2018, todos esses cinco elegeram Bolsonaro. Não foram encontradas sondagens para Presidência da República entre eleitores de dois estados: Pará e Roraima, mas as pesquisas de meses anteriores mostram que a polarização entre Lula e Bolsonaro é observada em todas as unidades da Federação, sem espaço para um terceiro nome.

Estados em que cada candidato ganhou no 1º turno

2018

                                                         

Estados em que os candidatos lideram nas pesquisas:

2022                                                                                   Metodologia 

Para o levantamento, o Metrópoles considerou as consultas mais recentes realizadas pelos institutos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em todos os casos, os números se referem às respostas às perguntas estimuladas — quando é apresentada ao eleitor uma lista de nomes (veja as informações sobre os levantamentos abaixo). 

Como foram consideradas as sondagens recentes, e não um agregador de pesquisas, pode haver distorções. Agregadores se atentam à média de todos os levantamentos sobre a distribuição das intenções de voto em cada estado, o que contorna variações nos resultados regionais motivadas por diferentes margens de erro. 

Além disso, cabe pontuar que cada instituto possui sua metodologia (presencial ou por telefone), que também pode gerar alguns resultados diferentes 

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01