Quadrilha fez reféns na cidade de Canguaretama, cercou companhia da Polícia Militar e explodiu agência bancária durante a madrugada desta quinta-feira (1º). - 02/09/2022

Vigilante se esconde em agência bancária explodida por criminosos no RN: 'Era um poder de fogo muito maior que o meu'

Por g1 RN e Inter TV Cabugi                                                                                                                           

https://globoplay.globo.com/v/10900847/                                                                                                       Agência foi destruída pelos criminosos em Canguaretama, no litoral do RN — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi                                                          O vigilante da agência bancária explodida por criminosos na madrugada desta quinta-feira (1º) no município de Canguaretama, no litoral Sul do Rio Grande do Norte, se escondeu no próprio prédio atacado durante a ação dos bandidos, que chegaram a fazer reféns na cidade (veja a reportagem acima). 

O profissional não foi encontrado pela quadrilha durante o ataque à agência e saiu sem nenhum ferimento. O vigilante, que preferiu não se identificar, contou à reportagem da Inter TV Cabugi que decidiu se abrigar na agência após perceber o "poder de fogo" dos bandidos. 

"Eu estava dentro da agência, quando vi uma movimentação e corri para a frente, achando que fosse vandalismo. Quando percebi, vi que era um poder de fogo muito maior que o meu. A orientação é: se o seu poder de fogo não compete, então você tem que procurar suporte. Então, se abriga e faz os procedimentos que são feitos no treinamento da empresa", contou. Segundo o vigilante, que é contratado de uma empresa terceirizada, os criminosos perceberam o momento em que ele saiu e retornou ao prédio. Assim, quando invadiram a agência, o procuraram, mas sem sucesso. 

"Eles me viram e, tanto vieram para a área do cofre e tesouraria, como à minha procura. Como eu estava bem abrigado, não me encontraram, atiraram dentro da agência, reviraram tudo, e eu só consegui sair depois que aliviou", relatou. 

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01