Homem teria usado o Porto de Natal para transportar mais de 279 kg de cocaína para a Europa. - 23/01/2023

Justiça Federal do RN condena empresário a quase 25 anos de prisão por tráfico internacional de drogas

Por g1 RN                                                                                                                                                     Porto de Natal — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi                                                                              Porto de Natal — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi                                                                               A Justiça Federal do Rio Grande do Norte condenou um empresário a quase 25 anos de prisão por tráfico internacional de droga operado a partir do Porto de Natal. Ele teria movimentado 279,51 kg de cocaína no terminal. 

De acordo com a Justiça, Bruno dos Santos Silva já está preso na Penitenciária Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta, na Grande Natal, e recebeu pena de 24 anos, 11 meses e 15 dias de reclusão, além de multa de R$ 376.750. 

"Para além da prática dos núcleos verbais quanto a exportar e transportar a substância, é evidente a transnacionalidade do delito. É que a cocaína foi remetida daqui do Estado do Rio Grande do Norte para a cidade de Rotterdam, na Holanda, mas restou apreendida em Sint-Katelijne-Waver, na Bélgica, atraindo a aplicação da causa de aumento prevista", escreveu o Juiz Federal Walter Nunes, titular da 2ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, na sentença. 

Durante as investigações, em junho de 2020, o homem teria se apresentado como empresário e proprietário de uma carga de manga que iria para o Porto de Natal. Inicialmente, ele se identificou como sendo Luiz Bruno Pereira Júnior. 

No entanto, a polícia descobriu o nome falso e concluiu que ele era foragido do sistema prisional do Estado de São Paulo. 

O homem morava na zona rural de Macaíba, região da Grande Natal. Segundo a Justiça, o réu condenava operava o tráfico internacional junto com outro réu, que teve o seu processo desmembrado do original. 

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01