Ministros participaram de reunião com Lula para debater pautas econômicas; pente-fino prevê corte de R$ 25,9 bilhões - 04/07/2024

Presidente determinou que se cumpra o arcabouço fiscal, diz Haddad

Presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad / Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom - Agência Brasil                                                    Presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad / Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom - Agência Brasil                                                                                                                                                                       O chefe da pasta participou de reunião com o presidente da República junto dos ministros de estado Simone Tebet (Planejamento), Rui Costa (Casa Civil), Esther Dweck (Gestão e Inovação) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais). “A primeira coisa que o presidente determinou é ‘cumpra-se o arcabouço fiscal’. Não há discussão sobre esse respeito”, comentou Haddad. O chefe da equipe econômica do governo reforçou que a lei foi aprovada já em 2023 por iniciativa do governo e com participação de todos os ministros. “Por tanto, não se discute isso”, pontuou Haddad. “Em 2024, 2025, 2026, o compromisso nosso é de cumprimento das leis complementares de finanças públicas”. 

Pente-fino em benefícios 

redução dos gastos obrigatórios se tornou central na discussão sobre o contingenciamento esperado por parte do governo. Após a reunião, Haddad informou que desde março é feito um estudo dessas despesas entre os ministérios para que seja realizado o corte de gastos com benefícios. 

“Nós já identificamos, e o presidente autorizou levar à frente, R$ 25,9 bilhões de despesas obrigatórias que vão ser cortadas, depois de que os ministérios afetados sejam comunicados do limite que vai ser dado para a elaboração do orçamento 2025”, anunciou o ministro da Fazenda. 

“Isso não é um número arbitrário. Isso é um número que foi levantado ‘linha a linha’ do orçamento daquilo que não se coaduna com o espírito dos programas sociais que foram criados para o ano que vem”, complementa. 

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01