Parlamentares acusam ministro do STF de usar estrutura do TSE para investigar aliados de Bolsonaro; Moraes diz que “não há nada a esconder” - 15/08/2024

Rogério e Styvenson pedem impeachment de Alexandre de Moraes após mensagens

Senador Styvenson Valentim (Podemos) e Rogério Marinho (PL) / Foto: montagem                                                                SEm sessão do STF, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que todos os procedimentos realizados estavam dentro de investigações já existentes e que “não há nada a esconder”. 

 
Segundo Moraes, os documentos e relatórios solicitados ao órgão de combate à desinformação do TSE envolviam pessoas já investigadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e contavam com o acompanhamento da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR). 
 
O ministro defendeu que acionar diretamente o TSE foi o “caminho mais eficiente” para a investigação, visto que a PF, em determinado momento, colaborava pouco com as investigações. 
 
Ele explicou que, como presidente do TSE, tinha autoridade legal para determinar a feitura dos relatórios, que eram enviados ao STF, comunicados à PGR e encaminhados à PF para continuidade das investigações. 
 
“Seria esquizofrênico, como presidente do TSE, me auto-oficiar. Como presidente, tenho poder de polícia e posso, pela lei, determinar a feitura dos relatórios”, disse Moraes. 
 

Ele também justificou que os relatórios buscavam registrar publicações com teor golpista e antidemocrático nas redes sociais antes que fossem apagadas. enador Styvenson Valentim (Podemos) e Rogério Marinho (PL) / Foto: montagem                                           

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01