Precatório - 08/04/2025

Precatório mais antigo do RN se aproxima do desfecho

                                                            Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     Ação trabalhista coletiva que há mais tempo tramita no Rio Grande do Norte, a chamada “Ação dos Precatórios” envolvendo quase 2.000 ex-professores da UFRN pode estar próxima de um desfecho. Isso porque o Sindicato dos Docentes da UFRN (Adurn Sindicato) conseguiu um acordo junto à Procuradoria Geral Federal (PGF) para que os professores possam receber os valores questionados na justiça há quase 35 anos. Juntas, as verbas a serem recebidas por professores e herdeiros ultrapassam os R$ 300 milhões. Mesmo em caso de aprovação, os recebimentos estão previstos apenas para 2027.

 

 

Nesta segunda-feira (07), os 1.928 professores e herdeiros de 354 docentes já falecidos que são partes no processo participaram de uma reunião na UFRN para conhecer os moldes do acordo fechado entre a as advogadas que acompanham o caso e o Governo Federal. Em média, os ganhos na causa são de R$ 200 mil, mas há casos de professores que receberão mais. “Esse acordo é justamente uma tentativa de resolvermos essa pendenga judicial que se arrasta por tanto tempo. Tivemos 354 professores que faleceram durante a ação. Pela morosidade da justiça, o acordo é uma possibilidade deles receberem os valores num intervalo de tempo mais curto” explica o presidente da entidade, Oswaldo Negrão. O acordo, assinado na semana passada, consiste em um desconto de 40% em relação ao que os professores tinham para receber conforme já decidido na justiça.

 

 

“Esse é um acordo digno. O valor atualmente é maior que o que está no processo por conta do índice de atualização, mesmo com o deságio. Quem não quiser fazer o acordo vai poder ficar no processo”, explica a advogada Andreia Munemassa, que representa os professores. O próximo passo será a homologação dos acordos individuais no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Fonte Tribuna do Norte.

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01