Governo Lula - 16/12/2025

Lula diz ser amigo de Motta e Alcolumbre e ter confiança de que Messias será aprovado no Senado

                                                                       Créditos: Divulgação/Presidência da República

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse ser “amigo” dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Em entrevista ao SBT News, Lula foi indagado sobre o que aconteceu na relação com os dois presidentes. “Não aconteceu nada. Nada. Eu sou amigo do Davi, eu sou amigo do Hugo Motta”, respondeu. Na sequência, ele destacou que o governo aprovou “99% de tudo que nós mandamos para o Congresso Nacional”.

“Nunca, nos meus dois primeiros mandatos, eu aprovei a quantidade de coisas que eu aprovei agora num Congresso totalmente adverso”, afirmou, adicionando que tem minoria tanto na Câmara quanto no Senado.

Para garantir as aprovações de projetos do governo pelo Congresso, ele afirmou que houve “o milagre da democracia, o milagre da conversa, o milagre de esgotar os argumentos até o final para a gente poder convencer as coisas”. E disse não ter mandado nenhum projeto de interesse pessoal ou de interesse de um grupo.

“Todos os projetos que nós mandamos foram projetos de interesse da sociedade brasileira e de interesse do Brasil”, sustentou. Ele exemplificou que o País esperava há 40 anos uma reforma tributária, “e nós fizemos a reforma tributária com esse Congresso adverso”.

“Nem sempre você consegue 100% de tudo que você quer, mas nem tudo você perde. Ou seja, você ganha aquilo que é essencial para melhorar a vida do povo brasileiro”, completou.

Confiança na aprovação de Jorge Messias

O presidente respondeu afirmativamente à pergunta sobre se ainda acredita que o atual advogado-geral da União, Jorge Messias, será ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Messias foi indicado ao cargo em 20 de novembro, na vaga deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso. No entanto, a sabatina e votação do nome de Messias pelo Senado foram postergados para 2026, ante a resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que defendia a indicação do também senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

“Eu acredito, estou trabalhando para isso, o Messias está trabalhando para isso. E eu não indiquei uma pessoa qualquer, eu indiquei um advogado muito competente, um advogado-geral da União extraordinário, que demonstrou ao longo do tempo seriedade e serenidade no jeito de advogar e defendeu o Estado brasileiro como poucos defenderam”, afirmou.

“Ele (Messias) merece estar lá, como o Fernando Henrique Cardoso indicou o Gilmar Mendes, como eu indiquei o Toffoli. E eu acho que ele vai ser um bom ministro da Suprema Corte”, completou.

Com informações de InfoMoney                                       

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01