Terminal potiguar integra primeiro bloco de concessões portuárias de 2026, com previsão de R$ 230 milhões em investimentos - 14/01/2026

Porto de Natal deve ser leiloado à iniciativa privada em fevereiro, diz ministro

Vista aérea do Porto de Natal - Foto: Canindé Soares / CodeRio Grande do Norte                                                      Porto de Natal será incluído no primeiro bloco de concessões portuárias de 2026 - Foto: Canindé Soares / Codern                                                                                                                                                    O Porto de Natal deve ser leiloado à iniciativa privada no mês de fevereiro. O anúncio foi feito pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que confirmou a inclusão do terminal potiguar no primeiro bloco de concessões portuárias de 2026. O grupo de ativos inclui ainda portos em Macapá, Porto Alegre e Recife, com expectativa de investimento de aproximadamente R$ 230 milhões.

 

A concessão do terminal em Natal integra o cronograma do Governo Federal para a área de infraestrutura em 2026. Segundo o ministério, estão previstos 40 leilões ao longo do ano, envolvendo 18 portos, 21 aeroportos e uma hidrovia.

 

Além do bloco que inclui o Rio Grande do Norte, o Ministério de Portos e Aeroportos prepara para março o leilão do Tecon Santos 10, em São Paulo. O projeto tem previsão de R$ 6,4 bilhões em investimentos e deve ampliar em 50% a capacidade do Porto de Santos.

 

Outra concessão prevista é a da Hidrovia do Paraguai, programada para o segundo semestre. De acordo com o ministro, será a primeira concessão hidroviária do país, com investimentos estimados em mais de R$ 60 milhões para facilitar o escoamento de produtos na América do Sul.

 

No setor aéreo, a agenda de concessões inclui o leilão do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, marcado para 30 de março, além de outros 20 aeroportos regionais.

Silvio Costa Filho afirmou que o governo federal tem reduzido aportes diretos em terminais regionais com a transferência da gestão à Fonte Agora RN

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Comentários

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em 01/01/1970 - 12:01