Novas Eleições - 30/04/2026

Rogério Marinho defende nova indicação ao STF só após as eleições

                                                       Créditos: Geraldo Magela/Agência Senado                                                                                                  O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, defendeu que uma nova indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) seja feita apenas após as eleições presidenciais. A declaração foi feita em vídeo publicado nas redes sociais, nesta quarta-feira (29), após a rejeição da indicação de Jorge Messias à Suprema Corte pelo plenário da Casa. Segundo o parlamentar, a decisão marca um momento institucional relevante.

Rogério Marinho conversou hoje, junto a líderes, com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sobre o pedido de adiamento da análise de um novo nome ao STF. Para ele, é uma forma de garantir maior legitimidade à escolha. “Pedimos a ele que deixasse para submeter ao plenário do Senado da República um próximo representante após o resultado das eleições”, afirmou. Segundo o líder da oposição, a medida contribui para permitir foco no processo democrático. “Isso dará legitimidade, fará com que haja uma tranquilidade”, acrescentou.

Ao tratar dos critérios para futuras indicações, o parlamentar defendeu um perfil técnico e independente para o STF, afastado de vínculos políticos. “O critério não pode ser de um amigo do rei. O critério não pode ser de um ativista político”, afirmou. Para ele, o cargo exige imparcialidade e compromisso institucional. “Nós queremos alguém que tenha isenção, que tenha notório saber, que tenha equilíbrio, mas, sobretudo, isenção”, concluiu.

O senador também destacou o caráter histórico da votação e afirmou que o resultado representa uma resposta do Parlamento diante do atual cenário institucional. “Desde 1894, no início da República, não havia rejeição de um indicado ao Supremo Tribunal Federal”, declarou. Para ele, o episódio sinaliza a necessidade de reequilíbrio entre os Poderes. “Não é possível mais vivermos na situação em que nós estamos, onde há um desequilíbrio da democracia”, disse. Fonte Grande Ponto.                                                                                           

Faça Seu Comentário:

Nome:
E-mail:
Comentário:
 

 

Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01