
Energia Eolica no RN. - 04/08/2026
Com 8 projetos no Ibama, RN é o 3º mais atrativo para offshore
Apesar do destaque nacional, o número de projetos do RN em análise caiu de 14 para oito| Foto: Ana Slva/Arquivo TN
Apesar da redução no número de projetos em análise no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Rio Grande do Norte continua entre os estados mais promissores para a geração de energia eólica offshore no Brasil. O Estado ocupa a terceira posição no ranking nacional, com oito empreendimentos em tramitação, que somam uma potência pretendida de 12,768 gigawatts (GW).
O número de projetos potiguares em análise caiu de 14 para oito, uma redução de 42,8%, conforme o mapa mais recente divulgado pelo Ibama, que reúne os processos de licenciamento ambiental em tramitação até 27 de fevereiro de 2026. A atualização coincide com um novo momento da atividade no Brasil: a publicação da metodologia que definirá as áreas marítimas destinadas à implantação dos futuros empreendimentos.
Segundo o Ibama, a redução no número de processos “não decorre de indeferimentos ou aprovações de projetos, mas do arquivamento de processos que permaneceram sem movimentação por [mais de] dois anos, sem justificativa formal por parte dos interessados”. Os empreendedores foram oficiados antes do arquivamento para dizer se tinham interesse em continuar o licenciamento.
A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec-RN) diz que parte das propostas passou por reavaliação “em função do grau de maturidade necessário para continuidade dos processos” e não representa perda do potencial potiguar para a atividade.
Elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a pedido do Ministério de Minas e Energia (MME), a nota técnica não autoriza a construção dos parques nem concede licenças ambientais, mas estabelece os critérios para selecionar os chamados “prismas”, áreas marítimas que poderão ser ofertadas pelo governo federal após a regulamentação da Lei nº 15.097/2025, marco legal das eólicas offshore. A metodologia foi publicada em 28 de julho deste ano.Fonte TN.
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disse:
em 01/01/1970 - 12:01
