
Pelo menos três médicos que ficaram em Mossoró após saída de Cuba do programa foram contratados pelos estabelecimentos. Sem revalidação de diplomas, eles - 06/04/2019
Fora do Mais Médicos, cubanos trabalham como balconistas em farmácias do RN
G1 RN
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oanis Infante, médico cubano que ficou no Brasil após saída do Mais Médicos, virou atendente de farmácia em Mossoró, RN — Foto: Cedida
Com 26 anos de experiência como médica, Zuzel Ramos Rodriguez vive uma nova experiência profissional. Fora do programa Mais Médicos desde o final do ano passado, quando o governo federal encerrou a parceria com a Organização Panamericana de Saúde (Opas), ela conseguiu emprego como balconista de farmácia no bairro Abolição I, em Mossoró.
Ela não é um caso isolado. Sem o processo de revalidação dos diplomas, pelos menos três profissionais cubanos que atuavam na cidade e resolveram ficar no Rio Grande do Norte após a saída de Cuba do programa estão trabalhando em farmácias, ganhando um salário mínimo mensalmente.
"O processo do Revalida de 2017 só acabou agora e nós estamos esperando abrir o novo edital para revalidar nossos diplomas e poder atuar", diz a médica, que chegou a Mossoró em 2014. Ela se casou e se estabeleceu na cidade.
Apesar das dificuldades, Zuzel não reclama do novo emprego. "É uma experiência boa, porque já conheço nomes de medicamentos genéricos e tenho conhecido outros. Não era o que eu estava acostumada, mas eu gosto", conta.
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disse:
em 01/01/1970 - 12:01
