
Nascida em uma prisão da Constantinopla em 11 de maio de 1771, Laskarina 'Bouboulina' Pinotsis, foi uma comandante naval - 02/11/2019
Heroína de guerra dá nome a navio suspeito de poluir praias do Nordeste

Pintura a óleo de Bouboulina, no Museu Nacional Histórico de Atenas
Suspeito de ter sido o navio responsável pelo descarte de óleo, que chegou às praias do Nordeste brasileiro, o Bouboulina foi batizado em homenagem a uma heroína da Guerra da Independência Grega contra o Império Otomano, em 1821.
Nascida em uma prisão da Constantinopla em 11 de maio de 1771, Laskarina “Bouboulina” Pinotsis, foi uma comandante naval, e, supostamente, almirante da Marinha Imperial Russa. Seu apelido deriva do sobrenome de um de seus maridos, Dimitrios Bouboulis.
Ela foi morta em uma briga familiar, quando seu filho, Georgios Yiannouzas e a filha da família Koutsis fugiram juntos. Enfurecido, o patriarca foi à casa de Bouboulina com membros de sua família armados. Bouboulina os confrontou da sacada de sua casa, e durante a discussão, um dos homens armados atingiu Bouboulina na testa, matando-a instantaneamente.
Navio
Após a ação que identificou a origem e autoria do vazamento de óleo que atingiu mais de 250 praias nordestinas brasileiras, a Polícia Federal inicia a investigação para apurar se houve dolo no descarte do material promovido pela empresa Delta Tankers, de origem grega, que, segundo as investigações, provavelmente ocorreu no dia 29 de julho.
O delegado da Polícia Federal Agostinho Cascardo, responsável pelas investigações sobre as manchas de óleo no Rio Grande do Norte, diz que um forte indício de que o crime é doloso está relacionado com a falta de comunicação da empresa, logo após o incidente ocorrido, com a Marinha do Brasil.
A Delta Tankers, desta forma, descumpriu uma convenção internacional sobre o descarte de material potencialmente poluidor em mar aberto. Agora RN.
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disse:
em 01/01/1970 - 12:01
