
Reunião, feita pela Secretaria de Governo, também tem a reabertura da economia como destaque - 21/05/2020
Bolsonaro se reúne com governadores para discutir ajuda financeira; ??? urgente a sanção do presidente?, diz Fátima

Governadora Fátima Bezerra
O presidente Jair Bolsonaro se reunirá nesta quinta-feira (21) com governadores para debater sobre medidas relacionadas ao enfrentamento do novo coronavírus. A reabertura da economia e ajuda financeira aos estados e municípios serão os principais temas da reunião, que está marcada para começar às 10h.
“É urgente a sanção do presidente ao auxílio emergencial aos estados”, disse Fátima Bezerra, governadora do Rio Grande do Norte.
O plano de socorro aos estados, que estabelece a distribuição de R$ 60 bilhões, foi aprovado no dia 6 de maio em sessão extraordinária no Senado Federal e, desde então, aguarda sanção presidencial.
Bolsonaro tem adiado a ratificação do projeto e afirmou, cinco dias depois da aprovação pelos senadores, que vetaria um dos itens do plano, o reajuste de servidores públicos.
O governador João Doria disse que a mensagem que São Paulo levará à reunião será “de paz, harmonia e entendimento”. “Temos que estar juntos para salvar vidas. Não é hora de politizar, brigar, estabelecer disputar. Temos que estar juntos”, defendeu.
O atraso em sancionar o plano de socorro também foi criticado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), nesta terça-feira (19). O deputado disse esperar que a sanção ocorra ainda nesta semana, caso contrário, há risco de, em caso de demora, de gerar a necessidade de um novo projeto.
“O presidente deve ter seus motivos para estar adiando. Agora, quanto mais você adiar o apoio a estados e municípios, como a arrecadação vem caindo, alguns vão ficar em uma situação muito ruim, e isso pode gerar uma necessidade de uma segunda medida de apoio, não seria o ideal”, disse Maia.
A CNM (Confederação Nacional dos Municípios), entidade que representa mais de 5.000 prefeitos do Brasil, encaminhou na última segunda-feira (18) ao presidente um pedido para que ele vete o reajuste salarial aos servidores públicos, previsto no plano de socorro.
A entidade avalia como inoportuno “qualquer aumento de salários e concessão de bônus ou gratificações a agentes públicos” em um momento em que considera as perdas de receita “imensuráveis” e avalia, ainda, que as perdas de renda das famílias brasileiras e das empresas ainda são “imprevisíveis”. Agora RN.
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disse:
em 01/01/1970 - 12:01
