Associação, segundo as apurações, teria transferido cerca de R$ 120 milhões - 24/08/2020

Padre Robson usava empresas de fachada para desviar dinheiro de doações de fiéis, diz MP

Padre é acusado de desviar R$ 120 milhões de doações - Foto: Reprodução

Segundo o Ministério Público de Goiás, o padre Robson de Oliveira e a Associação Filhos do Pai Eterno, fundada e comandada por ele, usavam laranjas e empresas de fachadas para desviar recursos provenientes de doações de fiéis. 

O padre, diz o MP, “criou várias associações com nome de fantasia Afipe ou similar, com a mesma finalidade, endereço e nome, e que, por meio de alterações estatutárias, gradativamente, assumiu o poder absoluto sobre todo o patrimônio das Afipes”. 

A associação, segundo as apurações, teria transferido cerca de R$ 120 milhões, em três anos, para empresas e pessoas investigadas. 

Após o Ministério Público deflagrar a “Operação Vendilhões”, na última sexta-feira, o ‘padre pop’ de Goiás pediu afastamento de suas funções do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno e da Afipe. 

Em vídeo divulgado neste fim de semana, o padre Robson negou as acusações do Ministério Público. 

“O meu caminho nessa missão evangelizadora nunca foi fácil. Desde o início, como você bem sabe, sempre carreguei muitas cruzes”, afirmou. 

O Antagonista

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01