
Casal e filho de 7 meses morreram após parte de uma falésia desabar sobre eles em novembro. - 17/12/2020
Um mês após acidente que matou família em Pipa, área continua interditada; estudo geológico aponta nível máximo de risco
G1 RN
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Vista aérea da falésia de Pipa — Foto: Idema
O estudo geológico preliminar realizado nas falésias de Pipa, no litoral potiguar, indicou que o trecho que desabou e matou um casal e o filho de 7 meses no último mês de novembro possui áreas consideradas de risco. Dez estabelecimentos no topo das falésias, uma residência, duas escadas de acesso e trechos na faixa de areia - incluindo o local onde ocorreu o acidente - seguem interditados na Praia de Pipa.
Nesta quinta-feira (17), a tragédia que vitimou o casal Hugo Pereira, de 32 anos, e Stela Souza, de 33, o filho deles, Sol de Souza, de 7 meses, e o cachorro da família, completa um mês
O estudo preliminar contratado pela Prefeitura de Tibau do Sul, ao qual o G1 teve acesso, mapeou cerca de 3 km de extensão nas encostas da praia do Centro e da Baía dos Golfinhos, onde aconteceu o acidente, e encontrou 15 indícios de instabilidade. A área foi identificada como "trecho 1" no documento..
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disse:
em 01/01/1970 - 12:01
