
Cerca de 400 trabalhadores que prestavam serviço às escolas foram desligados e não houve novas contratações. Nesta quinta (18) estava marcada a retomada da - 18/02/2021
Servidores municipais da educação protestam contra demissão de terceirizados nas escolas de Natal
Intertv Cabugi
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Funcionários da rede municipal de ensino de Natal protestaram contra a demissão de terceirizados — Foto: Ayrton Freire / Intertv Cabugi
iretores e funcionários de escolas municipais de Natal, protestaram na manhã desta quinta-feira (18), em frente a Secretaria Municipal de Educação contra a demissão de funcionários terceirizados. Cerca de 400 trabalhadores que prestavam serviço às escolas foram desligados e não houve novas contratações. Nesta quinta (18) estava marcada a retomada das aulas da rede municipal de ensino no formato remoto.
Mas os servidores efetivos afirmam que as unidades não possuem condições para retomada, sem a presença dos terceirizados. Os trabalhadores desligados desempenhavam funções porteiro, merendeira, auxiliar de cozinha e de secretaria, entre outras. Durante o protesto, os servidores exibiram cartazes com os nomes dos colegas demitidos.
Os trabalhadores terceirizados contam que foram pegos de surpresa com a notícia da demissão. Francisca da Paz, de 52 anos, foi uma das demitidas, ela trabalhava há 7 anos no CMEI Luiz Godeiro, no Gramorezinho, como auxiliar de cozinha. “Eu dava a vida por aquele trabalho. A gente era pra tudo, o que precisasse lá eu tava disponível. Fui pega de surpresa. Mandaram assinar um papel, eles chamaram na firma, e eles disseram que era da secretaria e que não podiam fazer nada pela gente”, contou Francisca.
Rossana Séphora, é diretora administrativa do CMEI Maria Eulália, no bairro do Alecrim e contou que na unidade 4 funcionários terceirizados foram desligados: 1 da limpeza, 2 porteiros e o único funcionário da secretaria. “Então nós não temos condições de voltar, porque, fizemos todos os protocolos de volta e eles estavam envolvidos nesses protocolos. E agora a gente vai ficar sem esses funcionários. A gente não vai voltar”, explica a servidora.
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disse:
em 01/01/1970 - 12:01
